quinta-feira, 31 de maio de 2012

Mais um Sertaniense brilhante.



NOVOS LIVROS
A Biblioteca Municipal “Ubirajara Chaves” recebeu na manhã desta terça-feira (29) a doação de 100 novos livros de vários gêneros literários. Os títulos da editora Giostri foram doados pelo empresário e caprinocultor sertaniense André Ferreira que reside hoje em São Paulo.

André Ferreira, que é filho de Cazuza Ferreira e Mena Ferreira, sempre participando dos movimentos culturais de nossa cidade,.entregou o material pessoalmente a prefeita Cleide Ferreira em visita ao nosso município.

A CULTURA DE SERTÂNIA PERDE MAIS UM DOS SEUS FILHOS


Faleceu no inicio da noite de hoje (30), o professor de violão da Escola de Música Sebas Mariano, Lauretino Torres, que estava internado Hospital Maria Alice. Laurentino completaria 52 anos na próxima semana.
O sepultamento será às 16h desta quinta-feira (31). O corpo será velado na Rua 07 de Setembro (ao lado da Igreja Matriz). Laurentino deixa esposa e 04 filhos.SAUDADES VELHO AMIGO

NARCISISMO ou EGOLOMBRISMO?

NARCISISMO ou EGOLOMBRISMO?
Jomard Muniz de Britto, JMB

A fragilidade corporal apesar de todos e
das Academias de vigor e embelezamento.
A crueldade da divina natureza com suas
catástrofes. Apesar de Deus podendo ser
brasileiro e muito mais estrangeiro.
A concorrência nas interações humanas,
apesar de todas as religiões, credos
ideológicos e suspeitas contra o correto
politicamente. Todos os pesares.
As barras pesadíssimas do eu narcísico.
Identidades violentadoras. Subjetividades
enquanto adversidades. Nem só de flores e
encantos vive Narciso.
MIRÓ da Muribeca pode ser um deles, um
outro de NÓS. Poeta e cronista fora e dentro
de todas as performances no Sarau da
Galeria ARTE PLURAL. Apesar das rimas.
Narcisismo pluralíssimo. Apesar das neuroses
líquidas, pétreas e gostosas.
Você já descobriu o que se pode continuar
chamando de EGOLOMBRISMO?
Retornemos ao presente cotidiano, desde
que talvez não exista nem resista
eterno retorno de cumplicidades.
Mas, então, por que TODO DIA É DIA DADO?
Doado, doído, corroído, comprometido?
Os descalabros da Política, cachoeira de
fragmentações, não devem nos deixar
inertes para o exercício da língua dos
três pppês: polis, politicidade; poiesis,
poeticidade; paideuma, repertório para
ações culturais não bancárias,
porém libertadoras, abraçando greves.
Por uma cultura das diferenciações do
local ao universal. Sem a megalomania
das improvisações internacionalistas.
Aos leitores, o nosso pão de cada dia
talvez não consiga escapar do
EGOLOMBRISMO das oficialidades
mais do que competentes.
Apesar das falidas modernidades
e flagrantes do Pós-Tudo.
Recife, ferido e feliz, junho de 2012.

FORRÓ DOS AMIGOS DE ARCOVERDE - MAIS INFORMAÇÕES

Os organizadores da Confraria dos Arcoverdenses, em reunião realizada ontem, decidiram que o acesso ao I FORRÓ DOS AMIGOS DE ARCOVERDE será feito mediante a entrega de um quilo de alimento não perecível, que será repassado a uma entidade de assistência social.
Tendo em vista as chuvas recorrentes que vêm caindo no Recife, a festança será na área coberta do Restaurante do Aeroclube e contará com duas tendas de reforço.

Divulguem e Compareçam!

Luz dança teatro e café com bolacha

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Agenda de shows dos Pariceiros Junho 2012.

01/06/12  - Ipojuca, Arcoverde-PE.


02/06/12  - Veleiros Bar, Arcoverde-PE.


06/06/12  - Forró do Hospital Regional Arcoverde.


08/06/12  - Centenário de Rio da Barra, Rio da Barra – Sertania-PE.


09/06/12  - Pesqueira-PE.


16/06/12  - Aguardando confirmação.


18/06/12  - Pólo Principal São João de Arcoverde-PE.


23/06/12  - Aguardando confirmação do SESC Triunfo.


28/06/12  - Alto do Cruzeiro, São João de Arcoverde-PE




Obs: Surgindo outras possibilidades avisarei a todos e a todas.


Um abraço e obrigado, George Silva.

A troca do voto de cabresto pelo sufrágio do guidom

José Nêumanne
>
> O “neocoronelismo” petista substituiu o antigo voto de cabresto pelo
> sufrágio do guidom
>
> Petrolina e, como a cidade às margens do São Francisco, Pernambuco
> inteiro, pela voz de seu governador, Eduardo Campos (do clã Alencar,
> do Cariri cearense), indignaram-se com as críticas ao ministro da
> Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, por ter destinado 90% de
> todas as verbas da pasta ao seu Estado. Também a Paraíba mobilizou
> suas tropas retóricas para atacar qualquer um que lembrasse a
> circunstância de o novo ministro das Cidades do mesmo governo
> soit-disant socialista de Dilma Rousseff, Aguinaldo Ribeiro, ser neto
> de Agnaldo Veloso Borges, vilão histórico da esquerda acusado de ter
> mandado matar os líderes camponeses João Pedro Teixeira e Margarida
> Maria Alves. Agora vem o repórter Leonencio Nossa, da sucursal de
> Brasília deste jornal, lembrar que o dono da empreiteira Delta –
> campeã de obras do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) e
> citada nas denúncias contra o bicheiro Carlinhos Cachoeira –, Fernando
> Cavendish, é bisneto do coronel Veremundo Soares, de Salgueiro.
>
> A Salgueiro do tempo dos coronéis tornou-se lendária pela citação num
> dos clássicos do repertório de outro sertanejo de Pernambuco, Luiz
> Gonzaga, em sua homenagem ao pai, o sanfoneiro Januário, do Vale do
> Araripe: “De Itaboca a Rancharia, de Salgueiro a Bodocó, Januário é o
> maior”. Hoje em dia, a região notabiliza-se pelo comércio de carros
> roubados e pelas plantações de Cannabis sativa, que a tornaram uma
> espécie de capital informal do “perímetro da maconha”. Assim como as
> plantações de coca florescem nos sovacos dos Andes bolivianos e em
> outros locais inóspitos, a “erva maldita” cresce e dá bons lucros num
> território que antes era definido como “polígono das secas” e agora
> recebe a crua denominação de semiárido. Neste ano, em que ocorre o
> mais penoso período de estiagem no Nordeste em 30 anos, por mais que
> incendeie roças da matéria-prima para a droga com a qual os viciados
> costumam se iniciar, a polícia não dá conta de seu avanço sertão
> adentro.
>
> A exclusão do nome do bisneto do coronel Veremundo dos convocados a
> depor na CPI do bicheiro goiano reforça as evidências históricas de
> que a força inesgotável das oligarquias com poder sediado no sertão
> representa para a região específica e para todo o Brasil uma praga
> pior do que o flagelo das secas periódicas e a maconha perene.
>
> Na falta de chuvas deste ano, a situação aflitiva das populações
> sertanejas é amenizada pela esmola estatal da Bolsa-Família. A famosa
> bravata de dom Pedro II, que prometeu empenhar o último diamante da
> coroa imperial para evitar que um cearense morresse de fome, foi
> assumida pela República assistencialista, que adotou o
> “neocoronelismo” com cartão magnético e trocou o voto de cabresto pelo
> sufrágio do guidom. Pois o jegue foi substituído pela moto, financiada
> a perder de vista, mas também a perder da vida, pois o comprador é
> dizimado nas rodovias em acidentes fatais e dificilmente sobrevive à
> própria dívida. No entanto, os animais criados pelas famílias dos
> camponeses pobres são sacrificados pela inclemência climática e pela
> insensibilidade do Estado ausente.
>
> O poder do latifúndio no passado foi tema de clássicos da sociologia
> brasileira, tais como Coronelismo, Enxada e Voto, de Victor Nunes
> Leal, Coronel, Coronéis – Apogeu e Declínio do Coronelismo no
> Nordeste, de Marcos Vinicios Vilaça e Roberto Cavalcanti de
> Albuquerque, e Família e Coronelismo no Brasil – Uma História de
> Poder, de André Heráclio do Rêgo. A “inclusão” dos costumes desse
> mandonismo na República petista tem merecido um estudioso à altura
> desses citados expoentes da sociologia do latifúndio, o professor Luiz
> Werneck Vianna, que no artigo As cidades e o sertão, publicado nesta
> página, esclareceu: “Está aí a mais perfeita tradução da quasímoda
> articulação, no processo de modernização capitalista do País, entre o
> moderno e o atraso, ilustração viva do ensaio de José de Souza Martins
> A Aliança entre Capital e Propriedade da Terra: a Aliança do Atraso
> (in A Política do Brasil Lúmpen e Místico, São Paulo, Editora
> Contexto, 2011) e que se vem atualizando por meio da conversão do
> imenso estoque de capital social, econômico e político do latifúndio
> tradicional, que se processa no circuito da política e mediante
> favorecimento da ação estatal, em que seus herdeiros se reciclam para
> o exercício de papéis modernos. Para quem é renitente em não ver, este
> é o lado obscuro do nosso presidencialismo de coalizão, via escusa em
> que os porões da nossa História se maquiam e mudam para continuarem em
> suas posições de mando”. Ou seja, “ou fingimos que mudamos ou eles
> mudam contra nós” – parafraseando o príncipe de Salina, protagonista
> do romance O Leopardo.
>
> O maquiavélico conselho do cínico protagonista da obra-prima de
> Giuseppe Tomasi di Lampedusa ao sobrinho Tancredi traduz a aliança
> entre os socialistas pragmáticos do PT e os senhores da terra do
> semiárido. Não se trata de acusar o neto pelos crimes atribuídos ao
> avô nem de atribuir ao bisavô os deslizes do bisneto, e sim de
> reconhecer a renitente sobrevivência do semifeudalismo rural sertanejo
> nos costumes políticos do Brasil contemporâneo. A transposição do Rio
> São Francisco, anunciada para matar a sede dos sertanejos, não passa
> de truque retórico para dar cunho social a uma obra faraônica, que
> custará caro ao contribuinte e entregará a água a quem já tem a terra
> para irrigar. A estéril discussão sobre os efeitos do clima no
> semiárido, sem consequências práticas, representa a manutenção do
> domínio político e econômico dos oligarcas, confirmado por fatos.
>
> Este ano, a prefeitura de Campina Grande, centro universitário de alta
> tecnologia, será disputada por Daniela, irmã de Aguinaldo Ribeiro e
> neta de Agnaldo Veloso Borges, por Romero Rodrigues, primo do senador
> Cássio, parente de Zé Cunha Lima, de Brejo de Areia, e por Tatiana
> Medeiros, apoiada pelo prefeito Veneziano Vital do Rêgo Segundo,
> parente do célebre Chico Heráclio do Rego, personagem-síntese do
> mandonismo no sertão.
>
> Jornalista, escritor e editorialista do Jornal da Tarde
>
> (Publicado na Pág. 02A do Estado de S. Paulo na quarta-feira 23 de maio de 2012)

sábado, 19 de maio de 2012

A Associação Cultural de Sertânia (ACORDES) realiza a “Missa da Poesia de Sertânia” no próximo domingo(20)

A Associação Cultural de Sertânia (ACORDES) realiza no próximo dia 20/05/2012, a “Missa da Poesia de Sertânia”, na Igreja Imaculada Conceição, à partir das 18:30 Hs. Durante a missa teremos uma homenagem especial ao centenário de Luiz Gonzaga, que nas palavras de Dedé Monteiro:
 
“Ninguém esquece sua voz de ouro,
Chapéu de couro (seu maior troféu).
A “Asa Branca” se tingiu de luto
E o rei matuto foi tocar no céu.”
 
A missa contará com a presença do padre Luizinho (de Ingazeira-PE) que é também músico, poeta e presidirá a celebração religiosa/poético/musical e Pe. Pedro (concelebrante), também estará presente o poeta Dedé Monteiro e todo o grosso da poesia sertaniense: Josessandro Andrade, Antônio Amaral, Luiz Pinheiro, Gato novo, João Lúcio, Tôco, Chico Arruda, Zenilton, poetas da SAPECAS, ACORDES e muito mais gente. Do altar (de onde o padre Luizinho comandou a emoção), ninguém vai gostar mais do que vai ver do que o próprio filho de Januário, pois, ali, a autêntica identidade sertaneja vai ser exaltada todas as honras. A música de Gonzaga distingue-se por expressar uma situação particular na literatura brasileira: apropriar-se de uma memória coletiva e construir uma identidade sertaneja. Partindo de tal matéria, Gonzaga gerou e legou os elementos de uma cultura nordestina vivida por dentro, impedindo-os que caíssem no esquecimento. Além disso, sua música destaca-se como um grito de alerta que convida os excluídos à luta e ao envolvimento social e político. Comporta, assim, o poder de resgatar o passado, encorajando o seu ouvinte a pensar no futuro.
 
Partindo dessa perspectiva, a ACORDES realiza no próximo dia 20/05/12 a Missa da poesia, lembrando ao centenário da expressão máxima da cultura sertaneja, Luíz Gonzaga, e das expressões da cultura moxotesca como Ulysses Lins, Waldemar Cordeiro, Alcides Lopes, Francisquino e Demétrio Dias, Walmar, Prof. Dr. Fernando Patriota, entre muitos outros.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Grande Inauguração

Pessoal amanhã(18) Sexta Feira é a inauguração da Loja de Informática "Genyu's Informática". A Mesma está localizada na praça João Pereira Vale em frente a prefeitura de Sertânia.

Visite esta nova loja que vai mudar seu conceito sobre informática!

Org. Valéria

terça-feira, 15 de maio de 2012

CORA CORALINA - Bondade também se aprende"

”Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você: não pense. Nunca diga estou envelhecendo ou estou ficando velha.
Eu não digo. Eu não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.
Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e  isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.
O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia. Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.
Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada.
Nada de palavra negativa.
Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio! Sei que tenho muitos anos.
Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não.
Você acha que eu sou? Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de  mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.
 
O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.
Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço com fé. Faço o que devo fazer, com amor.
Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende." 
 
CORA CORALINA 

Veta Dilma: repercussão incrível!

Obrigado por ser um dos 1.6 milhão de pessoas que assinaram a petição para salvar a Amazônia! Entretanto, nós temos uma emergência – clique aqui e faça um telefonema para a Presidência da República agora e encaminhe o email abaixo para amigos e familiares e nos ajude a alcançar 2 milhões de assinaturas!
Caros amigos do Brasil,



Há alguns dias, o Congresso aprovou um projeto de lei catastrófico que vai devastar nossas florestas, da Amazônia à Mata Atlântica. Agora, somente a presidenta Dilma pode barrar essa lei. Ela está sob pressão para vetá-la, mas cabe a nós aumentar essa pressão e levá-la até o limite. Não temos tempo a perder. Clique para salvar a Amazônia e compartilhe essa petição:

Assine a Petição
Há alguns dias, o Congresso aprovou um projeto de lei catastrófico que dá aos madeireiros e fazendeiros carta branca para desmatar enormes faixas de nossas preciosas florestas, da Amazônia à Mata Atlântica. Agora, somente a presidenta Dilma pode barrar essa lei.

O universo está conspirando a nosso favor. Em algumas semanas, Dilma será anfitriã da maior conferência ambiental do mundo. Informantes nos disseram que ela não aceita pagar o preço de ser considerada a líder que aprovou a devastação da Amazônia. Dezenas de pessoas já foram assassinadas por serem contra o desmatamento – agora é a nossa vez de fazer pressão e forçar Dilma a escolher a opção do veto.

Não temos tempo a perder – ela pode tomar uma decisão a qualquer momento. Vamos dar mais força à nossa petição de 1.6 milhão de assinaturas. Clique abaixo para salvar a Amazônia e divulgue essa campanha para todos – quando alcançarmos 2 milhões de assinaturas a Avaaz juntará forças com ex-ministros do Meio Ambiente para entregar a petição diretamente para Dilma:

http://www.avaaz.org/po/brasil_veta_dilma/?vl

Na última década, o Brasil conseguiu reduzir amplamente os índices de desmatamento, chegando a 78% de redução entre 2004 e 2011. A razão? Uma legislação florestal aclamada mundialmente, aplicada pela polícia federal, e o monitoramento via satélite. Mas esse novo e perigoso código ameaça desfazer esse progresso e provocar o desmatamento total.

Os assassinos de florestas estão festejando – não somente essa nova lei vai possibilitar o desmatamento de uma área do tamanho dos estados de Minas Gerais e São Paulo juntos, como também concede anistia para todos os crimes de desmatamento do passado.

Dilma já disse que quer chegar a um "acordo" entre o lobby pró-desmatamento e os defensores ambientais. Entretanto sabemos que o acordo não é necessário – no Brasil, o desenvolvimento econômico e a proteção de nosso meio ambiente andam de mãos dadas. Estudos confirmam que a incrível transformação da agricultura do Brasil está fortemente baseada no aumento da produtividade e não na expansão de terras. Enquanto isso, na Rússia, a proteção branda das florestas levou a consequências desastrosas – o aumento enorme dos incêndios em florestas e uma redução de 20% na produção de trigo do país.

79% dos brasileiros em todo o país rejeitam a mudança na legislação florestal. Vamos garantir que sejamos escutados antes que seja tarde demais. Assine agora a petição para Dilma vetar imediatamente o Código Florestal e, em seguida, encaminhe esse email para todos:

http://www.avaaz.org/po/brasil_veta_dilma/?vl

Nos últimos 3 anos, membros brasileiros da Avaaz deram grandes saltos em direção ao mundo que todos nós queremos: ajudamos a aprovar a Ficha Limpa contra todos os desafios e pressionamos nosso governo a assumir um papel de liderança na ONU, proteger os direitos humanos ao redor do mundo, e intervir em apoio à democracia no Oriente Médio. Agora, mais uma vez, é hora de preservarmos o nosso mais precioso tesouro natural para o bem de nossos filhos e netos.

Com esperança e determinação,

Luis, Pedro, Diego, Alice, Ricken, Maria Paz e toda a equipe da Avaaz


Mais informações:

'Dilma disse que não vai nos decepcionar', diz Minc sobre Código Florestal (Folha de S. Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1081843-dilma-disse-que-nao-vai-nos-decepcionar-diz-minc-sobre-codigo-florestal.shtml

Dilma deve vetar partes do Código Florestal que levem a anistia, diz Ideli (G1)
http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/04/dilma-deve-vetar-partes-do-codigo-florestal-que-levem-anistia-diz-ideli.html

Código Florestal foi votado, mas batalha continua (Reuters)
http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE83P0AX20120426

Código Florestal: os principais pontos do texto aprovado (O Globo)
http://oglobo.globo.com/pais/codigo-florestal-os-principais-pontos-do-texto-aprovado-4738934#ixzz1tEoUD3xV

Para ambientalistas, texto aprovado do Código Florestal ampliará o desmate (O Estado de S. Paulo)
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,para-ambientalistas-texto-aprovado-do-codigo-florestal-ampliara-o-desmate,865403,0.htm

Comunicado IPEA 96
http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/comunicado/110616_comunicadoipea96.pdf

Código florestal em roleta russa
http://www.zeeli.pro.br/Novo/Arquivos/Artigos/Valor/2012/Codigo_florestal_em_roleta_russa.aspx

I CLISERTÃO CONVITE- DIVULGUEM NOSSA CULTURA

Cancão é um pássaro da caatinga. Preto e branco, de olhos bem vivos, sagazes. Dizem que é um grande observador, que nada lhe passa despercebido. João Batista de Siqueira, quando criança, era “irrequieto, traquina, boliçoso”, diz Ésio Rafael*, poeta, professor e pesquisador sertaniense radicado em Recife. Pelas semelhanças com o pássaro, João Batista virou um menino pássaro, um “Cancão” ainda na infância. Depois veio o poeta, quando descobriu a cantoria de viola, e sobretudo quando a abandonou em 1950 pra ficar só com a palavra escrita, silenciosa, rabiscada no papel e guardada posteriormente numa caixa de sapatos, como conta Ésio. O pássaro poeta notou que não havia nascido pra cantar, mas pra dar voo às palavras.
A poesia intrigante e complexa de Cancão é, segundo Ésio Rafael, “inexplicável até hoje”, a tal ponto que suscitou suspeitas de que era um médium, e que na verdade o espírito de um poeta erudito escrevia através de suas mãos. O delírio dos pesquisadores que um dia criaram essa teoria kardequiana a respeito da obra de Cancão não é tão mais fantasiosa e mágica quanto a própria realidade: um homem simples, agricultor, criado na roça, e que produz uma poesia altamente sofisticada. “Ele era um ser especial, cósmico, flutuava em vez de pisar no chão”, conta Ésio Rafael.
Deixou três livros: Musa Sertaneja, Flores do Pajeú, e Meu Lugarejo. Agora tem todos os livros e textos avulsos compilados pelas mãos de Lindoaldo Campos, também poeta e conterrâneo de Cancão.
Nascido em 12 de maio de 1912, se vivo, o poeta completaria cem anos amanhã. Em comemoração ao centenário, Cancão é o grande homenageado do I CLISERTÃO.
CONVITE PARA AULA-ESPETÁCULO:  

Aula-espetáculo “Serra do Teixeira e o nascimento do pássaro poeta – Celebração do Centenário do poeta Cancão”, com Ésio Rafael, o Prof. Edison Roberto, o poeta Marcos Passos e o músico Eduardo Abranttes. Às 20h30 no auditório da UPE.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Santa Cruz Honestamente Pernambucano

quarta-feira, 9 de maio de 2012

informativo Compassos

"Sobre um Paroquiano" - Compassos Cia de Danças

Onde: Teatro Arraial
Quando: de 03.05 a 07.06 todas as quintas
Horário: 20h
Preço: 10,00
NÃO SERÁ PERMITIDA A ENTRADA APÓS O INÍCIO DO ESPETÁCULO.

Carcará e Falcão contra a liberdade de expressão

‘Carcará’ e Falcão contra
>
> a liberdade de expressão
>
> Dilma e Ayres Britto desautorizam utopias totalitárias contra direito
> da cidadania
>
> Rui Falcão, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), e
> Fernando Collor de Mello, que há 20 anos renunciou à Presidência da
> República sob acusações de corrupção e atualmente é senador
> governista, exibiram publicamente seu desapreço comum pela liberdade
> de expressão.
>
> Como registrou este jornal na editoria Nacional, no sábado, o petista
> deu uma informação inusitada em encontro realizado em Embu das Artes
> para discutir estratégias eleitorais do partido. Segundo ele, a
> presidente Dilma Rousseff “poderá” (atente para o verbo usado) pôr em
> discussão o marco regulatório da mídia depois de acertar as contas dos
> juros altos com os banqueiros. “Este é um governo que tem compromisso
> com o povo e que tem coragem para peitar um dos maiores conglomerados,
> dos mais poderosos do País, que é o sistema financeiro ou bancário. E
> se prepara para um segundo grande desafio, que (sic) iremos nos
> deparar na campanha eleitoral, que é a apresentação para consulta
> pública do marco regulatório da comunicação”, pontificou.
>
> Em teoria, a presidente da República tem poderes constitucionais para,
> por exemplo, declarar guerra aos Estados Unidos ou ao Paraguai.
> Ninguém acredita que o fará. Mas Falcão espera que ela declare guerra
> aos meios de comunicação. Ela pode desejar. Mas ele poderá influir ou
> mesmo informar a respeito, sendo presidente nacional do partido em que
> milita a presidente e ocupando uma cadeira na Assembleia Legislativa
> do Estado de São Paulo? Não consta que nenhum de seus cargos o torne
> porta-voz da presidente ou do governo federal, no qual é um zero à
> esquerda como o autor destas linhas e a quase totalidade dos que as
> leem. Como não consta que a presidente da República seja obrigada a
> cumprir o que determina o principal dirigente da legenda pela qual se
> elegeu, a autoridade dele para anunciar o que o governo dela fará é
> igual à de um marronzinho anônimo ou do bispo de Santo André.
>
> Nada há, pois, a temer quanto às consequências de suas bravatas contra
> a liberdade de imprensa gozada nesta República, que, felizmente, não é
> uma republiqueta de bananas. Elas devem provocar idêntico susto (que
> ninguém sentiu) ao de quando Collor assumiu o encargo de atrapalhar a
> cobertura da imprensa na CPI de Carlinhos Cachoeira.
>
> Há, sim, que esclarecer os motivos do desprezo de ambos pelo
> jornalismo. Falcão e Collor são profissionais de imprensa. O currículo
> do petista revela sua passagem por jornais importantes e por ele se
> constata que dirigiu a redação da Exame, revista que propaga e defende
> o capitalismo, que o deputado execra. Sabe-se lá que mágoas ele guarda
> de seus antigos patrões ou os dilemas de consciência que teve de
> ultrapassar para editar o noticiário e os artigos de uma publicação
> que nega todos os princípios do socialismo, que ele abraçou e seguiu
> depois de trocar a profissão de jornalista pela militância política
> num partido de esquerda. É possível entendê-lo, mas não dá para
> justificá-lo. A transposição de ódios pessoais para o ideário político
> não faz bem ao profissional nem ao cidadão.
>
> Ao contrário dele, Collor foi apenas um “foca” (iniciante) que não
> chegou a seguir carreira, trocando-a pela atividade política, em que
> atingiu o posto máximo que alguém do ramo pode almejar, sem, porém,
> conseguir dar nenhuma amostra de mérito pela vertiginosa ascensão. Foi
> na carreira pública, e não no ofício jornalístico, que o ex-presidente
> encontrou seus motivos para, mais do que o outro, detestar os meios de
> comunicação em geral e, em particular, a liberdade de informação e
> opinião. Afinal, jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão
> revelaram à sociedade as estripulias da “República de Alagoas”, que
> ele e seu anspeçada PC Farias aprontaram em Brasília.
>
> O “Carcará Sanguinollento” nunca perde a oportunidade de se dizer
> inocente das acusações contra ele publicadas, usando como argumento o
> fato de nunca ter sido condenado pela Justiça. É verdade, contudo, que
> essa evidência não elimina outra: a de que ele deixou de ser o
> poderoso presidente de uma “República monárquica” e hoje não passa de
> um obscuro senador por Alagoas, Estado que governou depois de ter sido
> prefeito da capital, Maceió. Livre de cumprir condenação judicial e
> usufruindo sem restrições os bens que amealhou, ele é agora um acólito
> do baixo clero sempre disposto a fazer o serviço sujo para os novos
> patrões, por ironia do destino, seus mais brutais algozes, os
> principais responsáveis por sua derrocada. A ponto de se oferecer, sem
> que ninguém tivesse encomendado ou mesmo pedido, para atrapalhar a
> cobertura da CPI no Congresso Nacional
>
> A pouca prática de Collor e a notória carreira de Falcão no jornalismo
> não bastaram para que ambos aprendessem uma lição elementar: o direito
> à livre informação e à opinião plural não é dos concessionários dos
> canais de rádio e televisão nem das empresas proprietárias de jornais
> e revistas, mas do cidadão. Comunicação não é um negócio como os
> bancos, mas um ofício que depende da aprovação de seu cliente, o
> cidadão, que exige ser bem informado para poder decidir sobre o
> próprio destino. Assim funciona o Estado de Direito.
>
> Aliás, a página deste jornal que expôs o destampatório do deputado
> também publicou o anúncio feito pelo presidente do Supremo Tribunal
> Federal (STF), Carlos Ayres Britto, de que o Judiciário fará “até
> campanhas esclarecendo o conteúdo da decisão do Supremo (que derrubou
> a Lei de Imprensa em 2009), que foi pela plenitude da liberdade de
> imprensa”. Para tranquilidade geral da Nação, que quer continuar a ter
> acesso à informação livre e à opinião plural, a presidente Dilma
> Rousseff tem feito reiteradas declarações no mesmo sentido desta. O
> ódio de Falcão, coerente com o sobrenome, mas contrário ao pedido de
> “luz” do poeta alemão Goethe, seu segundo nome, e de seu novel
> companheiro Collor terá, assim, o destino das iniciativas anteriores:
> o lixo da História.
>
> Jornalista, escritor e editorialista do Jornal da Tarde
>
> (Publicado na Pág. A02 do Estado de S. Paulo de quarta-feira 9 de maio de 2012)
>
> E o suelto mensal publicado na página 2 do Jornal da Tarde nesta
> terça-feira 8 de maio de 2012:
>
> A opinião de
>
> José Nêumanne
>
> Jornalista, escritor e editorialista do Jornal da Tarde
>
> Dilma fez o certo
>
> e Collor errou feio
>
> Em vez de assaltar sonhos de consumos de todos os poupadores, como fez
> Collor, Dilma impediu que capitalistas se protegessem da queda dos
> juros no mais popular instrumento de poupança
>
> O anúncio, feito na semana passada por Dilma Rousseff, da mudança na
> remuneração das cadernetas de poupança foi uma oportunidade de ouro
> para o observador atento da cena política ter uma evidência cristalina
> de como mudaram as relações entre autoridade e cidadania nestes 22
> anos.
>
> Em 1990, o carioca criado em Alagoas Fernando Collor de Mello, que
> havia vencido a primeira eleição presidencial em 30 anos, sequestrou a
> poupança dos remediados numa tentativa desesperada e amadorística (dos
> pontos de vista da economia e da comunicação) de deter o avanço
> vertiginoso da inflação, que o ajudara a se eleger. Deu no que deu:
> sem uma coalizão política capaz de sustentar ato tão temerário, sem
> humildade para negociar a sobrevivência de seu governo com o Congresso
> e tendo perdido o apoio popular com a medida estúpida, o poder
> monárquico do presidente eleito pelo povo se dissolveu e ele se viu
> obrigado a renunciar, asfixiado num mar de lama. Os milhões de casos
> dos brasileiros comuns que tiveram suas economias surrupiadas sem
> piedade pelo cabotinismo do chefe do governo e pelas limitada
> competência de sua czarina da economia tiveram repercussões terríveis
> em muitas vidas.
>
> Em 2012, dentro de um projeto de combate retórico às altíssimas taxas
> de juros praticadas na economia brasileira, a mineira que se tornou
> gestora pública no Rio Grande do Sul Dilma Rousseff anunciou um
> gatilho de 8,5% da Selic para impedir que o popular instrumento de
> poupança da sociedade não virasse um obstáculo para detê-la em sua
> obstinação.
>
> Há diferenças enormes entre o ímpeto de Collor e o cálculo de Dilma.
> Com a autoridade concedida pelo presidente, a ministra Zélia Cardoso
> de Melo impediu que todos os poupadores usassem seus saldos para
> atender a suas necessidades. No cumprimento das ordens da chefe, o
> ministro Guido Mantega evitou que capitalistas de escol se protegessem
> no instrumento mais democrático de poupança da queda da remuneração de
> seus pesados investimentos com a queda eventual dos juros.
>
> Ao contrário de Collor, Dilma não passará, pois, para a história como
> a usuária da mão pesada do Estado para assaltar sonhos de consumo.
> Houve, é claro, um risco político, mas este se evaporou por não se
> tratar de intervenção brutal e por outra diferença política
> fundamental entre os dois episódios. Contra o destrambelhado “carcará
> sanguinolento” mobilizaram-se todas as correntes políticas organizadas
> do País, surpreendidas com o apoio popular que ele recebera nas urnas.
> A oposição ao atual governo é nula, comparada com a de então. O apoio
> a Dilma não é  unânime, mas até o obscuro senador Collor é governista.
>
> (Publicado na página 2A do Jornal da Tarde da terça-feira 8 de maio de 2012)

terça-feira, 8 de maio de 2012

Plante uma árvore ! :O)

Frutos

O velho estava cuidando da planta com todo o carinho.

O jovem aproximou-se e perguntou:


* Que planta é esta que o senhor está cuidando?

* É uma jabuticabeira, respondeu o velho.

* E ela demora quanto tempo para dar frutos?

* Pelo menos uns quinze anos, informou o velho

* E o senhor espera viver tanto tempo assim?

indagou, irônico, o rapaz.

* Não, não creio que viva mais tempo, pois já estou no fim da minha jornada, disse o ancião.

* Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?


* Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas, se todos pensassem como você...

"Não importa se teremos tempo suficiente para ver mudadas as coisas e pessoas pelas quais lutamos, mas sim, que façamos a nossa parte, de modo que tudo se transforme a seu tempo."



Autor Desconhecido

domingo, 6 de maio de 2012

Michael Simpatizante do Nazismo?

SÃO PAULO - Ao que parece, mesmo depois de morto Michael Jackson continua sendo alvo de acusações e polêmicas. Dessa vez, uma verdadeira bomba foi revelada pelo ex-guarda-costas do cantor, Matt Fiddes.
De acordo com o jornal “The Sun”, o profissional garantiu que o “Rei do Pop”, como ficou conhecido no cenário musical do mundo inteiro, mandou matar seu irmão Randy.
'Michael estava em uma guerra com seus irmãos há alguns anos. Eles estavam desesperados por uma turnê de reunião do Jackson Five. Em 2005, ele estava paranoico a ponto de impedir que sua família entrasse em casa', relatou.
Ainda segundo o ex-funcionário, o estopim para que Michael ordenasse a morte de Randy teria ocorrido quando o rapaz insistiu em se encontrar com o cantor. 'As coisas chegaram nesse ponto quando Randy tentou furar a segurança para falar com Michael. Foi aí que ele ordenou que ele fosse morto.'
Contudo, Fiddes disse que o artista não estava em seu estado normal. 'Ele estava fora de controle por causa das drogas e, felizmente, Randy respeitou e nada aconteceu.'
O ex-guarda-costas, que se autointitulou confidente do astro, já havia declarado na semana anterior que Michael Jackson manteve, nos anos 90, um breve relacionamento amoroso com Whitney Houston.
Fora isso, ele ainda assegurou que o artista ficou impotente em virtude do alto consumo de remédios e drogas e que, apesar de nunca ter falado sobre o assunto em público, era simpatizante do nazismo.
A vida do cantor Michael Jackson continua gerando polêmicas

Teatro/ Estréia: Senhora de Engenho Entre a Cruz e a Torá! Branca Dias!

O espetáculo "Senhora de Engenho Entre a Cruz e a Torá" estréia no dia 18 de maio(sexta-feira), ás 19:00h., no Engenho Camaragibe,onde morou" Branca Dias" Judia Portuguesa no século XVI.

     O enredo da peça "Senhora de Engenho" de autoria de Mirian Halfim, nos remete a meados do século XVI, em incipiente Capitania de Pernambuco, focalizado a lendária figura de Branca Dias, que fora Senhora de Engenho Camaragibe.
     Branca Dias, foi perseguida pela inquisição em Portugal, e foge para Pernambuco com os seus filhos para se encontrar com " Diogo Fernandes" seu marido no Engenho Camaragibe.
A encenação de Emmanuel David D' Lucard é toda pontuada em cruz, em um teatro de arena, onde se realiza um grande julgamento dos personagens em cena.

Alguns dados históricos:
Branca Dias, teve onze filhos, sendo dois deficientes: "Manoel Alonso" não tinha os dois braços, e aprendeu a escrever com o pé, e Brites era mentecapta e corcunda, os dois aprenderam com sua mãe Branca Dias a ler ,escrever e aritmética.
Branca Dias foi a primeira mulher mestre-escola do Brasil, e depois da morte do seu marido Diogo Fernandes, assume a administração do Engenho Camaragibe.
Bento Teixeira, foi o primeiro mestre-escola e poeta Judeu Português no Brasil, escreveu o livro Prosopopéia.

Uma particularidade, a peça conta com atores e técnicos de Camaragibe,Recife e Igarassu.

A peça tem patrocínio Cultural do FUNCULTURA, Secretaria de Cultura, FUNDARPE e do Governo do Estado de Pernambuco.

Ficha Técnica: 
Realização: Patricia Assunção e Companhia Popular de Teatro de Camaragibe
Texto: Miriam Halfim
Encenação e Pesquisa Musical: Emmanuel David D! Lucard
Assistente de Direção: Fabiana Karla
Produção Executiva: Juvino Agner
Assistente de Produção: Bernardo Junior
Direção de Arte: Lupércio Kallabar
Consultoria Histórica e Religiosa; Tânia Kaufman
Preparação Corporal e Coreografia: Anderson Henry
Plano e Execução de Maquiagem: Cláudia Alves
Cenotécnico: José Edson de Souza e Bernardo Junior
Criação e Pesquisa do Figurino: Francis de Souza
Execução de Figurino: Francis de Souza e Maria José
Aderecistas: Ramilson Gomes e Bernardo Junior
Designer de Luz: Geraldo Cosmo
Operador de Luz: José Carlos
Operador de Som: Anderson Abreu
Contra-Regra: Edson Rodrigues e Geraldo Cabral
Camareira: Joyce de Oliveira Santos
Fotografia: Rejane Lucena
Registro e Edição em Vídeo: Leonardo Gonzaga e Sérgio Gusmão
Designer Gráfico: Lupércio Kallabar
Assessoria de Imprensa: Patricia Breda de Souza
Elaboração do Projeto: Lúcio Fábio
No elenco:Alexsandro Alves, Ana Paula, André Ramos, Cláudia Alves, Cleiton Barros, Diógenes de Lima, Dul Santos, Euclides Farias, Fabiana Karla, Francis de Souza, Geraldo Cosmo, Géssica Nascimento, Guto Kelevra, Isabelly Nataly, Júlio Rodrigues Barreto, Larissa Karinne, Patricia Assunção, Pedro Dias e Júlia Roma.

Serviço:
Peça: "Senhora de Engenho entre a Cruz e a Torá"
Local: Engenho Camaragibe, AV: Belmino Corre, s/n, Centro, Camaragibe-PE
Temporada: 18 de maio a 10 de junho (Sexta, sábado e domingo)
Horário: 19:00h.
Ingresso: Inteira:R$:2.00(dois reais) e meia:R$:1.00(um real)
Informações: 8525-5337/ 9680-7596 / 9968-3497

Sem Lua na virada

> José Nêumanne
>
> Os organizadores da Virada Cultural deram a maior bola fora da
> história da promoção ao se esquecerem da efeméride de música
> brasileira mais importante do ano: o centenário de Luiz Gonzaga, seu
> Lua, o Rei do Baião, nascido em Exu, no sertão do Pajeú, Pernambuco.
>
> Gonzagão não era apenas o compositor de clássicos do cancioneiro
> popular, como Asa Branca, só para citar o exemplo do maior de todos.
> Nem somente o intérprete singular que transportou o sertão nordestino
> para a programação do rádio e da televisão no Sudeste Maravilha. Sua
> relevância transcende a essas constatações por dois motivos.
>
> O primeiro deles é que fundou a música regional nordestina. No dia em
> que resolveu o problema prático do transporte de seus acompanhantes no
> próprio automóvel para economizar o aluguel de um ônibus reduzindo o
> instrumental à sanfona que ele tocava, ao zabumba que dava o ritmo e à
> ajuda de um triângulo, criou um gênero, uma modalidade. E agendou no
> calendário nacional de festas populares a tradição de festejar as
> noites de São João e São Pedro com ritmos dos ermos sertanejos, tais
> como o xaxado dos cangaceiros de Lampião, o forró dançado nos
> terreiros de terra batida, o rojão do duplo sentido e o baião, que ele
> inventou com a cumplicidade de Humberto Teixeira, outro gênio
> esquecido. Se o filho do sanfoneiro Januário e de dona Santana não
> tivesse descoberto que do triângulo de metal percutido por uma vareta
> usado pelos vendedores de cavaco chinês na rua complementava a pegada
> do zabumba, Campina Grande, Caruaru e hoje praticamente o Nordeste
> inteiro não teriam adicionado a suas fontes de renda os festejos
> juninos.
>
> Sem ele, sanfoneiros e cantores que se apresentam em arraiais juninos
> não ganhariam a vida com o suor de sua arte. Os sanfoneiros
> Dominguinhos e Flávio José, os intérpretes Jackson do Pandeiro,
> Genival Lacerda, Marinês, Elba Ramalho, Santana Cantador e Alcimar
> Monteiro e compositores como Antônio Barros e Cecéu, Maciel Filho,
> Onildo Almeida e Patativa do Assaré são filhos profissionais de
> Gonzagão.
>
> A importância de Gonzaga no show business brasileiro só se compara com
> a da geração de sambistas da Época de Ouro dos anos 30 do século
> passado – Noel Rosa, Assis Valente, Ary Barroso, Cartola e Sinhô,
> entre tantos outros – inventaram o maior espetáculo do mundo, o samba
> carioca. E, um decênio depois, o sucesso do baião transportou os ecos
> da caatinga para os estúdios de emissoras de rádio e televisão e
> gravadoras.
>
> Este sucesso lhe deu majestade e o torno o grande símbolo da diáspora
> nordestina. Todas as gerações de autores e intérpretes originários do
> Nordeste – Manezinho Araújo, Zé Ramalho, Fagner, Alceu Valença,
> Geraldinho Azevedo, Caetano Veloso e Gilberto Gil, só para citar os
> exemplos mais óbvios – beberam na obra ele para produzirem a deles.
>
> É, pois, signo de burrice e insensibilidade privar São Paulo, a maior
> cidade nordestina do mundo, de lembrar a voz que trouxe os aboios das
> quebradas para as esquinas de concreto. Uma virada sem Gonzaga não é
> paulistana de verdade.
>
> (Publicada no Caderno 2+música Pag.D 7 do Estado de S. Paulo de sábado
> 5 de maio de 2012)

Inédito e Sensacional – Artesão Sertaniense com Necessidades Especiais produz obras incríveis


Imagine o camarada nascer com as duas pernas amputadas do joelho prá baixo e numa das mãos ter dois dedos colados. Na outra ter apenas uma bola de carne pendurada. Isso há mais de cinquenta anos atrás, em plena zona rural de Sertânia. O seu futuro seria certamente pedir esmolas, ser sustentado por algum parente ou esperar uma aposentadoria do governo.

Severino Romeu de Melo, Biu da Fazendinha, não aceitou essa que poderia parecer sua sina. De uma família de gente inteligente e estudiosa, os Patu, de Roberto Patu, Rosali Patu, Rômulo Patu (essa reserva moral e cultural de nossa terra), Álvaro e Tota Góis, Biu foi autodidata já na alfabetização.Aprendeu a ler sozinho em folhetos de cordel. Aos poucos começou a produzir suas peças utilitárias e estéticas: marreta, figa, depois carro-de-boi, bode, casa-de-farinha. Aos poucos tomou coragem e foi comercializando no Posto Rodoviário de Cruzeiro do Nordeste. Passou a vida mantendo o seu sustento desta forma.

Biu tem uma relação com o artista mineiro Aleijadinho, que mesmo com necessidades especiais, produziu esculturas maravilhosas nas cidades históricas. Biu, artesão especial, nascido e criado no Sítio Fazendinha, próximo aos coqueiros, cria suas obras a partir do imaginário do homem sertanejo do Moxotó, o seu entorno.

Biu é uma figura, já foi boêmio, tomador de cerveja e meio farrista. Fala bem, conversa articulada, gosta de ler e de boa música. Filiado ao PCB – Partido Comunista Brasileiro, mas, quase não fala sobre política. Seu terreiro mesmo é arte, inspiração, Sertão.

Biu Aleijadinho é mais uma das joias que Sertânia tem escondidas, mas que precisam ser descobertas e exibidas para orgulho do nosso povo, por ser de uma cidade de poetas, escritores e artistas.
BIO-202

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