Lula malufou para Maluf lular

Oi, aqui está meu artigo para a página de opinião do Estadão de amanhã:
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> Lula malufou
>
> para Maluf lular
>
> José Nêumanne
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> E os tucanos ficaram furiosos por terem perdido a chance de preceder o PT no afã
>
> Há nos afagos entre o ex-governador Paulo Maluf (PP-SP) e o
> ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), sob os olhares
> embevecidos de Fernando Haddad, mais filustria do que possa perceber
> nossa vã filosofia. Mas, por incrível que pareça, há também muita
> sintonia. Ou, como reza o título do romance famoso de Goethe,
> Afinidades eletivas. Como? - perguntará o leigo desabituado aos
> vaivéns da política, que o ex-governador de Minas e banqueiro
> Magalhães Pinto comparava com a mutação das imagens formadas pelas
> nuvens no céu. Ele mesmo comprovou sua metáfora fundando o PP com seu
> principal adversário mineiro, Tancredo Neves – um, ex-UDN, outro,
> ex-PSD –, aparentemente inconciliáveis. Os mais ingênuos dirão que não
> há traços ideológicos comuns entre o PT de Lula e o PP atual, que
> conta entre seus mais fortes dirigentes com um sobrinho do presidente
> que foi sem nunca ter sido, como a Viúva Porcina, Francisco Dornelles,
> também aparentado do caudilho gaúcho Getúlio Dornelles Vargas. Ora,
> ora, mas quem está interessado em ideias? Na política contemporânea
> contam cargos na máquina administrativa pública e segundos no horário
> da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. O PP ficou com um
> cargo; o PT, com mais 95 segundos para vender seu peixe fora d’água ao
> eleitorado escaldado, como sempre o foi o paulistano.
>
> Maluf nunca deixou de ser o que dele dizia Lula nos tempos em que
> encarnava o furibundo João Ferrador, personagem das greves do ABC
> lideradas por ele nos jornais dos metalúrgicos nos anos 70 e 80 do
> século 20: um “filhote da ditadura”. Prefeito nomeado pelos militares
> para administrar a maior cidade do País, o ricaço descendente de
> libaneses ganhou de seus admiradores a imagem do realizador, tocador
> de obras. O símbolo desse gestor que faz mais é o horrendo Minhocão,
> sem o qual hoje o trânsito paulistano não fluiria. Seus detratores,
> entre os quais os petistas que estão no poder federal e os tucanos que
> governam o maior Estado da Federação, o rotularam como símbolo da
> malversação do ensebado dinheiro do Zé Mané, que paga impostos e quase
> nada recebe em troca do Estado. Essa moeda de duas faces, não
> necessariamente excludentes nem sequer opostas, poderia ter a
> inscrição “rouba, mas faz” do velho Adhemar.
>
> Mas Lula está longe de ser o demônio execrado pelos malufistas de
> antanho como um perigoso inimigo do mercado e da democracia, um
> sindicalista subversivo que liderava grevistas furiosos no ABC e se
> deixou, depois, politizar por antigos guerrilheiros que queriam mudar
> o sinal de uma ditadura de direita por outra de esquerda. Mais longe
> ainda está o PT, que o sindicalista fundou, de sua imagem original de
> partido ideológico comprometido com a mudança de “tudo o que está aí”.
> Atolado até o pescoço num pântano de corrupção e desmandos em
> administrações municipais, estaduais e federal, o partido se deixou
> levar pelo canto da sereia da conciliação de seu principal líder e
> ocupou o bote salva-vidas ao lado de Jader Barbalho, Severino
> Cavalcanti e... Maluf.
>
> Para sobreviver no campo minado da política partidária brasileira,
> Lula trocou os piquetes do ABC pelo toma lá dá cá franciscano,
> superando os aliados que combateu antes de cingir a faixa
> presidencial. Para tanto adotou, sem pejo, a retórica dos cultores da
> velha realpolitik tupiniquim. Nisso o milionário da madeireira foi um
> mestre valioso para o aplicado estudante egresso do miserável
> semiárido nordestino. Se não o superou em cinismo, tarefa
> reconhecidamente hercúlea, cultiva a caradura com eficiência ainda
> maior. Pilhado em algum passo em falso, aplica fintas que nem Mané
> Garrincha foi capaz de incluir em seu amplo repertório. E com muito
> mais credibilidade do que as tentativas de drible que seu mais recente
> aliado tem repetido para tirar o pé das armadilhas dos repórteres
> maledicentes e dos promotores incansáveis que vasculham as
> contabilidades de suas gestões. O dono do PP já foi muitas vezes
> alcançado pelos braços longos da lei, mas nessas ocasiões, até agora,
> escapou desse abraço escorregando como bagre ensaboado para o amplo
> território da impunidade do país da Justiça lerda e vesga. O senhor do
> PT lança mão de súditos que assumiram bandalheiras que chegaram
> pertinho de seu gabinete palaciano e se tem saído com habilidade de
> invejar Arsène Lupin, protagonista de populares folhetins policiais.
> Posto diante das evidências de que, no mínimo, não ignorava o que
> faziam seus auxiliares na fraude dita “mensalão”, saiu-se com a
> patacoada tornada dogma de fé de que tudo não passara de “intriga da
> oposição”.
>
> É notório - e não deixa de ser ridículo - o truque chinfrim de
> marketing de Maluf de se apropriar de quase tudo o que pareça
> plausível de ter sido obra dele desde a posse de Tomé de Souza como
> governador-geral. Lula foi adiante em esperteza e criatividade ao
> criar o próprio slogan, “nunca antes na História deste País”. Maluf
> sabia que nunca precisaria comprovar afirmações duvidosas. Lula
> construiu o próprio mito de forma a sequer ser questionado a respeito.
>
> Maluf foi beneficiário do arbítrio. E Lula tornou-se dirigente
> sindical atendendo ao anseio de parte dos militares que topavam tudo
> para impedir a influência de Leonel Brizola, herdeiro presuntivo do
> inimigo número um das casernas, Getúlio Vargas, no aparelho
> sindicalista que o caudilho de São Borja forjou. Com as greves, o
> esperto sobrevivente da pobreza do semiárido passou a simbolizar o
> ideal do povo brasileiro cultivado pela esquerda que ganharia nas
> urnas a guerra perdida na tentativa de tomar o poder com as armas.
> Maluf foi escorraçado dos palácios e virou uma aposta perdida de volta
> da direita ao topo.
>
> Neste ambiente em que governabilidade justifica barganha e pouca
> vergonha se confunde com pragmatismo, Lula malufou para Maluf lular,
> enfurecendo os tucanos que perderam a chance de preceder o PT no afã.
>
> Jornalista, escritor e editorialista do Jornal da Tarde
>
> (Publicado na Página A2 do Estado de S. Paulo de quarta-feira 20 de
> junho de 2012)

E AGORA, CADÊ O PT?!

Companheiros,

Será que este apoio será "de graça"? 


Quando o PP de Maluf apoiou a candidatura de Lula à presidência da República, "ganhou" Ministério e milhares de cargos em todos os escalões do Governo Federal. Daí, não faltou dentro do PT e nos partidos aliados, as negociatas que resultaram, entre outras coisas, no Mensalão e outros tantos escândalos revelados, afora os que não chegaram ao conhecimento público.

Vale a pena apostar nesses partidos? A própria Luiza Erundina - PDT, candidata a vice-prefeita na chapa com Haddad, quase desistiu quando soube desse acordo sem sequer ser consultada, pois sabiam que ela não aceitaria. Mas, continua pré-candidata, né?!

O voto nulo também é um voto cívico e significa que não nos sentimos representados por nenhum dos partidos postos na cena político-eleitoral. Lembro que foi quando os votos brancos e nulos começaram a ser maioria, durante o Regime Militar, que o General Ernesto Geisel e o Alto Comando Militar "sentiram" que a farsa não se seguraria por muito tempo e, então, promoveram a "abertura política gradual e segura" para um sistema eleitoral "democrático", para não perderem o controle da situação.

Abraços,

Wellington Santana

Forró Os Pariceiros HOJE

Grupo de Arcoverde-PE, cantando seu forró de categoria com traços metrificados de versos e poesias.

GÊNERO: Forró de Raiz.

QUANDO? Sexta.

DATA: 15/06/12

ONDE? Recife-PE. 

LOCAL: Igrejinha em Boa Viagem, (FEIRINHA).

HORA: 20h.

ENTRADA: Franca.

Abração a todos e a todas.

III Mostra Sesc de Literatura Contemporânea



O LABORATÓRIO DE AUTORIA ASCENSO FERREIRA, DO SESC SANTA RITA, PROMOVE ENCONTRO ENTRE AUTORES CONTEMPORÂNEOS E PÚBLICO DE 14 A 17 DE JUNHO

Em seu 3º ano, a Mostra Sesc de Literatura Contemporânea é uma atividade formativa realizada pelo Sesc Pernambuco, através do Laboratório de Autoria Ascenso Ferreira, localizado no Sesc Santa Rita/ Recife-PE. Visando o intercâmbio entre escritores locais e nacionais e ainda, a ampliação do diálogo entre os escritores e a plateia, a mostra traz convidados de reconhecimento local e nacional e faz parte do projeto de Dinamização da Literatura e do Programa Estético Literário do Departamento Nacional do Sesc. As ações da mostra acontecerão no próprio Laboratório de Autoria e na Livraria Cultura do Recife. A programação conta com oficinas e palestras, além de exposição literária.

PROGRAMAÇÃO

14 | junho
(19h30)
Récita com Viviane Mosé (ES/RJ)
Local: Salão de eventos do Sesc Santa Rita

(20h10)
Uma conversa com Ignácio de Loyola Brandão (SP)
Mediação: Homero Fonseca (PE)
Local: Salão de eventos do Sesc Santa Rita

15 | junho
(19h30)
Récita com Maria Rezende (RJ)
Local: Salão de eventos do Sesc Santa Rita

(20h10)
Uma conversa com Adriana Falcão (RJ)
Mediação: Cristiano Ramos (PE)
Local: Salão de eventos do Sesc Santa Rita

16 | junho
(17h)
Récita com Chacal (RJ)
Local: Livraria Cultura

(17h40)
Uma conversa entre Bráulio Tavares (PB/ SP), Wilson Freire (PE), Astier Basílio (PB) e Pedro Américo de Farias (PE)
Local: Livraria Cultura

(19h30)
Uma conversa com Francisco Alvim (MG/DF)
Mediação: Fábio Andrade (PE)
Local: Livraria Cultura

17 | junho
(17h)
Leitura Poética com Marcelino Freire (PE/SP)
Local: Livraria Cultura

(17h40)
Uma conversa com Marcelo Rubens Paiva (SP)
Mediação: Samarone Lima (PE)
Local: Livraria Cultura 
 

aborto por falta de condições finaceiras?

Dirceu tenta pintar a própria caradura

A opinião de José Nêumanne
>
> Jornalista, escritor e editorialista do Jornal da Tarde
>
> Dirceu tenta pintar
>
> a própria caradura
>
> Réu em processo penal pelo crime comum de furto, ex-chefe da Casa
> Civil de Lula convoca estudantes às ruas para desafiarem autonomia da
> Justiça no Estado Democrático de Direito
>
> O ex-chefe da Casa Civil no governo Lula José Dirceu é acusado de ter
> chefiado uma quadrilha para desviar recursos públicos e privados para
> recompensar financeiramente o apoio de parlamentares de bancadas de
> partidos aliados do governo federal petista. A acusação não foi feita
> pelo líder de uma bancada de oposição, mas pelo procurador-geral da
> República, Roberto Gurgel. E foi recebida pelo Supremo Tribunal
> Federal (STF) e não pelos militantes da organização “reacionária” do
> que os blogueiros progressistas e companheiros de jornada chamam de
> Partido da Imprensa Golpista (PIG - porco em inglês). A Corte vai
> julgar um crime que não é político, ou seja de posição ou opinião, mas
> está capitulado em todos os códigos penais conhecidos, inclusive um
> que foi gravado em pedra no deserto e entregue ao profeta Moisés, os
> dez mandamentos da Lei de Deus - no caso o sétimo, “não furtarás”. E
> seus membros não podem ser acusados de antipatia pelo maior defensor
> público dos 38 réus, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que
> alçou a maioria ao topo da carreira e à glória em vida.
>
> O que leva, então, o escaldado militante de extrema esquerda, cuja
> vida foi salva em troca da libertação do então embaixador americano no
> Brasil, Charles Elbrick, a percorrer o País em cruzada para pregar a
> mobilização dos devotos de sua doutrina para ir às ruas pressionar os
> juízes que decidirão seu destino? O desespero? Desesperar-se por
> esperar que a sentença lhe seja desfavorável se tem certeza da própria
> inocência é, no mínimo, insensato. O episódio batizado de mensalão não
> teria sido mentira inventada pela “mídia” e por seus adversários?
>
> Neste fim de semana, em ousadia que jamais um réu de crime comum, o
> que é estritamente seu caso, jamais exibiu, Dirceu teve a pretensão de
> provocar episódio similar ao das “caras pintadas”, que ajudaram a
> derrubar seu atual aliado Fernando Collor de Mello da Presidência da
> República, em sua defesa pessoal. Ele conclamou os participantes do
> 16º Congresso Nacional da União da Juventude Socialista (UJS), ligada
> ao Partido Comunica do Brasil (PCdoB), a participarem do que chamou a
> “batalha final”.
>
> Mais do que uma ousadia a conclamação configurou-se um acintoso
> desafio à ordem democrática instituída. A garantia de autonomia do
> Poder Judiciário não é um privilégio de juízes togados, mas um direito
> do cidadão comum. O STF é a última instância para garantir as
> prerrogativas do cidadania e impedir a ação solerte da violência
> estatal contra ela. Propor-se a estimular hordas de militantes
> partidários do socialismo totalitário a subordinarem o Poder
> Judiciário a pretensões de impunidade de um dirigente político,
> sobrepondo seu ideário político às obrigações comezinhas que o gestor
> público tem de respeitar é um grotesco ato fascistoide.
>
> (Publicado na página 02A do Jornal da Tarde de terça-feira 12 de junho de 2012)

CRÍTICA DE ARIANO SUASSUNA

CRITICA DE ARIANO SUASSUNA SOBRE O FORRÓ ATUAL!!!!
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'Tem rapariga aí? Se tem levante a mão!'. A maioria, as moças, levanta a mão.

Diante de uma platéia de milhares de pessoas, quase todas muito jovens, pelo menos um terço de adolescentes, o vocalista da banda que se diz de forró utiliza uma de suas palavras prediletas (dele só não, e todas bandas do gênero). As outras são 'gaia', 'cabaré', e bebida em geral, com ênfase na cachaça. Esta cena aconteceu no ano passado, numa das cidades de destaque do agreste (mas se repete em qualquer uma onde estas bandas se apresentam). Nos anos 70, e provavelmente ainda nos anos 80, o vocalista teria dificuldades em deixar a cidade.
O secretário de cultura Ariano Suassuna foi bastante criticado, numa aula-espetáculo, no ano passado, por ter malhado uma música da Banda Calipso, que ele achava (deve continuar achando, claro) de mau gosto.Vai daí que mostraram a ele algumas letras das bandas de 'forró', e Ariano exclamou: 'Eita que é pior do que eu pensava'. Do que ele, e muito mais gente jamais imaginou.

Pra uma matéria que escrevi no São João passado baixei algumas músicas bem representativas destas bandas. Não vou nem citar letras, porque este jornal é visto por leitores virtuais de família. Mas me arrisco a dizer alguns títulos, vamos lá: Calcinha no chão (Caviar com Rapadura), Zé Priquito (Duquinha), Fiel à putaria (Felipão Forró Moral), Chefe do puteiro (Aviões do forró), Mulher roleira (Saia Rodada), Mulher roleira a resposta (Forró Real), Chico Rola (Bonde do Forró), Banho de língua (Solteirões do Forró), Vou dá-lhe de cano de ferro (Forró Chacal), Dinheiro na mão, calcinha no chão (Saia Rodada), Sou viciado em putaria (Ferro na Boneca), Abre as pernas e dê uma sentadinha (Gaviões do forró), Tapa na cara, puxão no cabelo (Swing do forró). Esta é uma pequeníssima lista do repertório das bandas.

Porém o culpado desta 'desculhambação' não é culpa exatamente das bandas, ou dos empresários que as financiam, já que na grande parte delas, cantores, músicos e bailarinos são meros empregados do cara que investe no grupo. O buraco é mais embaixo. E aí faço um paralelo com o turbo folk, um subgênero musical que surgiu na antiga Iugoslávia, quando o país estava esfacelando-se. Dilacerado por guerras étnicas, em pleno governo do tresloucado Slobodan Milosevic surgiu o turbo folk, mistura de pop, com música regional sérvia e oriental. As estrelas da turbo folk vestiam-se como se vestem as vocalistas das bandas de 'forró', parafraseando Luiz Gonzaga, as blusas terminavam muito cedo, as saias e shortes começavam muito tarde. Numa entrevista ao jornal inglês The Guardian, o diretor do Centro de Estudos alternativos de Belgrado. Milan Nikolic, afirmou, em 2003, que o regime Milosevic incentivou uma música que destruiu o bom-gosto e relevou o primitivismo estético. Pior, o glamour, a facilidade estética, pegou em cheio uma juventude que perdeu a crença nos políticos, nos valores morais de uma sociedade dominada pela máfia, que, por sua vez, dominava o governo.
Aqui o que se autodenomina 'forró estilizado' continua de vento em popa. Tomou o lugar do forró autêntico nos principais arraiais juninos do Nordeste. Sem falso moralismo, nem elitismo, um fenômeno lamentável, e merecedor de maior atenção. Quando um vocalista de uma banda de música popular, em plena praça pública, de uma grande cidade, com presença de autoridades competentes (e suas respectivas patroas) pergunta se tem 'rapariga na platéia', alguma coisa está fora de ordem. Quando canta uma canção (canção?!!!) que tem como tema uma transa de uma moça com dois rapazes (ao mesmo tempo), e o refrão é 'É vou dá-lhe de cano de ferro/e toma cano de ferro!', alguma coisa está muito doente. Sem esquecer que uma juventude cuja cabeça é feita por tal tipo de música é a que vai tomar as rédeas do poder daqui a alguns poucos anos.
Realmente, alguma coisa está muito errada com esse nosso país, quando se levanta a mão pra se vangloriar que é rapariga, cachorra, raparigueiro, cachaceiro, que gosta de puteiro, aonda vamos parar? como podemos querer pessoas sérias, competentes? e não pensem que uma coisa não tem a ver com a outra não, pq tem e muito! E como as mulheres querem respeito como havia antigamente? Se hoje elas pedem 'ferro', 'quero logo 3', 'lapada na rachada'? Os homens vão e atendem. Vamos passar essa mensagem adiante, as pessoas não podem continuar gritando e vibrando por serem putas e raparigueiros não. Reflitam bem sobre isso, eu sei que gosto é gosto... Mas, pensem direitinho se querem continuar gostando desse tipo de 'forró' ou qualquer outro tipo de ruído, ou se querem ser alguém de respeito na vida!

Ariano Suassuna...

Carta Aberta :DR. MARCIO THOMAZ BASTOS

Foi com imensa vergonha, tristeza,  decepção e indignação que pude
assistir V.Sa. na “CPI do Cachoeira”, fazendo parte da mesa em
acompanhamento ao Sr. Carlinhos Cachoeira, seu dileto contratante (?),
contraventor, chefe de quadrilha, corruptor de políticos e figura das
mais nocivas ao Estado Brasileiro.

O ilustríssimo e integro Dr. Marcio Thomaz Bastos, eminente Advogado,
competente Professor, prestigiado Autor, combativo Ministro da JUSTIÇA
e referência para todos os profissionais do Direito no País,
apequenou-se e rebaixou-se ao nível dos porcos que constituem à rede
criminosa de seu dileto cliente e comeu com eles seu farelo .

Como pode o Dr. Bastos atuar como advogado de um facínora,
instruindo-o a não cooperar com o próprio Estado Brasileiro,  onde
exerceu galhardamente o cargo máximo de MINISTRO (ou falta) de JUSTIÇA
?

E não se trata da obrigação profissional de defender seu cliente, pois
o Dr. Bastos sabe muito bem que, na CPI,  a participação do Sr.
Cachoeira seria  para complementar a lista de bandidos ainda não
investigados e que ainda fazem parte da camarilha de políticos
corruptos que se instalou no Poder.

Sabe também que a participação do Sr. Cachoeira na CPI em nada
agravaria o status crime dele,  pois já chegou preso, saiu igualmente
preso, permanece preso e vai continuar preso (é o que esperamos), réu
que é em processo crime na Justiça de Goiás.

Mesmo assim, o Dr. Bastos com a experiência e conhecimento brilhante
dos meandros do Processo Judicial, afrontou o País impedindo o Sr.
Cachoeira  “DE RESPONDER AS QUESTÕES DOS PARLAMENTARES”, causando
assim um desserviço ao Povo Brasileiro que se viu privado de conhecer
e combater àqueles que são verdadeiramente o câncer desta Nação: os
políticos corruptos.

Os outros demostenes, cabrais, perillos e agnellos  que ainda não
foram descobertos e apontados pela Polícia Federal, Imprensa e
Sociedade desde já agradecem ao prestigiado Dr. Bastos.

A atuação do EX – MINISTRO DA JUSTIÇA, Dr. Marcio Thomaz Bastos, na
“CPI do Cachoeira” deixou-me dúvidas que não me deixam calar: Para
quem o Dr. Bastos está realmente trabalhando ? A quem o silêncio do
Sr. Cachoeira o Dr. Bastos quer proteger ?

Que pena Dr. Bastos, sua história sua biografia e seu currículo não
mereciam essa indignidade com o POVO BRASILEIRO !

Warley Pimentel, brasileiro, 68 anos, advogado, digno e indignado.

Nova Estátua da Justiça Brasileira - Obra de Arte

Nova Estátua da Justiça brasileira
Nem Leonardo da Vinci, nem o mestre do barroco mineiro, Aleijadinho, seriam capazes de dar tamanha expressão à imagem da nossa estátua da Justiça.
 
Nunca antes na história deste país se teve um monumento tão espetacular como este: a nova “Estátua da Justiça Brasileira"!

Não enxerga, não escuta, não sabe de nada e é muito lerda!

ETE É DESTAQUE NOS JOGOS ESCOLARES






Em sua terceira participação nos jogos escolares municipais de Sertânia, a Escola Técnica Estadual Arlindo Ferreira dos Santos foi um dos destaques da competição em 2012. Das quatro finais que participaram, as equipes da ETE venceram três.

Os atletas da Escola Técnica foram campeões no Handebol Feminino (infantil), Futsal Feminino (infantil) e Futebol de Campo (infantil), além do vice-campeonato no Futsal Masculino (infantil) e o terceiro lugar no Futsal Masculino (juvenil). 

Mas o destaque da ETE foi além das quatro linhas, já que a unidade escolar recebeu, pela segunda vez, o prêmio de Melhor Torcida. O prêmio foi um reconhecimento pela sua disciplina, respeito com as torcidas e jogadores adversários, com a arbitragem e o público presente, pela criatividade.

Onipotência de Lula posta à prova

José Nêumanne
>
> Em vez de xingar Serra, ex-presidente devia pedir a Marta que o ajude
> a arrastar Haddad
>
> Tolo foi imaginar que a comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI)
> do Congresso para apurar o nefasto conúbio entre a quadrilha do
> bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e agentes do
> Estado brasileiro resultaria, pelo menos, no esclarecimento da praga
> da corrupção no Brasil. Afinal, ela terminou sendo instalada contra os
> interesses do governo, que sabia dos riscos que corria, e da oposição,
> que, ao contrário da mulher do árabe da piada (que a espancava ainda
> que não tivesse noção dos motivos, que ela conhecia bem), sabia que
> terminaria levando a pior, mesmo ignorando por quê. E o foi para
> servir única e exclusivamente aos interesses de um brasileiro, o
> ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que queria vingar-se do
> governador tucano de Goiás, Marconi Perillo, que o desmentira
> publicamente ao dizer que o informou sobre a compra de votos das
> bancadas governistas, o tal do mensalão.
>
> Mais tolo ainda será prever que ela inevitavelmente dará com os burros
> n’água. De fato, até agora a CPMI nada acrescentou às fartas
> evidências, investigadas pela Polícia Federal (PF), dos crimes
> cometidos pelo contraventor e de suas relações nada republicanas com o
> falso Catão Demóstenes Torres, (ex-DEM), de Goiás, Estado de origem do
> acusado de ter operado o mensalão, Delúbio Soares. O relator, Odair
> Cunha (PT-MG), foi acusado de ser “tchutchuca” com governistas
> denunciados e “tigrão” contra oposicionistas, pelo deputado Fernando
> Francischini, paranaense do PSDB, partido que se comporta como
> espelho, atuando de forma diametralmente oposta. Seu colega de bancada
> Cândido Vaccarezza (PT-SP), ex-líder do governo Dilma na Câmara, foi
> pilhado transmitindo torpedo por telefone celular do plenário ao
> governador (até agora “blindado”) do Rio, Sérgio Cabral (PMDB),
> fazendo jura de amor fiel em vernáculo capenga: “Nós somos teu”... Ou
> seja, o espetáculo é deprimente para o Poder Legislativo e
> depreciativo para a democracia de um modo geral.
>
> O objetivo inicial real da comissão, no entanto, foi plenamente
> cumprido, pois a vingança de Lula está sendo totalmente consumada: o
> tucano que o delatou sangra no matadouro público, ao lado de outro
> goiano, o senador Demóstenes Torres, que fingia ser santo enquanto
> servia aos interesses do anjo do Mal.
>
> Nada mal para quem está entrando no 18.º mês fora do majestático poder
> presidencial e ainda enfrentando um agressivo câncer na laringe e um
> tratamento não menos incômodo, que o têm impedido de se movimentar e
> se manifestar com a desenvoltura necessária para atender a outros
> desafios que se impôs ao descer a rampa do Planalto na companhia da
> sucessora que escolheu. Atear fogo no rabo de palha do tucano tem sido
> tarefa facilitada pela desenvoltura com que o delator permitiu ser
> delatado em vexatórias conversas telefônicas com o bicheiro pródigo.
> Mais difícil será eleger o segundo poste consecutivo, agora para a
> Prefeitura de São Paulo, e convencer o Supremo Tribunal Federal (STF)
> a adiar o julgamento do mensalão, sem causa justa, para depois das
> eleições.
>
> Para os milhões de telespectadores de seu amigo Carlos Massa, o
> Ratinho, no SBT, no primeiro depoimento na televisão após sair da
> Presidência e ter sido diagnosticado o câncer, Lula não se fez de
> rogado quanto à própria responsabilidade pela indicação do candidato
> desconhecido. Em nenhum momento de seu pronunciamento (entrevista não,
> por favor!) ele usou a terceira pessoa para dividir a decisão com o
> partido ou mesmo o plural majestático para revelar a humilde
> generosidade dos reis, que ele não precisa ter com seus súditos. Foi
> Lula – e só ele – quem decidiu que a eleição municipal paulistana será
> vencida pelo novo e que seu ex-ministro da Educação cabe exatamente
> nesse figurino.
>
> O conviva de seus ágapes de rabada e anfitrião de refeições com o
> mesmo prato foi compassivo ao deixar de questionar a negação de sua
> reconhecida esperteza quando do episódio decisivo para a entrada de
> José Serra (PSDB) na disputa: a quase adesão e o recuo do prefeito de
> São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), à candidatura que Lula impôs ao PT.
> É difícil, mas não importante, saber se aquele foi surpreendido pela
> mudança de atitude do antecessor na Prefeitura ou se apenas passou a
> perna em Lula. Mas é fato que, ao anunciar que o único tucano que
> apoiaria seria o ex-governador, Kassab não deixou saída para o agora
> candidato nem para seus descontentes aliados, levados a se unir contra
> o adversário comum para não serem afastados de um dos raros postos
> executivos no País inteiro fora do alcance do poder do PT de Lula,
> Dilma, Zé Dirceu e aliados oportunistas, ops, governistas.
>
> A ausência de Marta Suplicy (PT) no lançamento da candidatura de
> Haddad mostrou que os elogios de Lula no Programa do Ratinho não a
> convenceram a ajudá-lo a arrastar o poste pela periferia de São Paulo.
> Talvez ele devesse convencer seus amigos das montadoras a emprestarem
> uma carreta, ir ao Ceagesp, encher a caçamba de flores e levá-las à
> senadora, entregando-as de joelhos e convocando os meios de
> comunicação para divulgarem a imagem. Certo é que a difícil missão de
> alçar Haddad à Prefeitura depende mais da boa vontade da ex-prefeita
> que da demonização renitente dos adversários tucanos.
>
> Missão árdua também será convencer o STF a adiar um julgamento que já
> tarda mais de cinco anos com base no argumento fajuto de que seu
> resultado perturbará as eleições municipais deste ano. Como a
> chantagem de que ele está sendo acusado pelo ex-presidente do
> Judiciário Gilmar Mendes não foi gravada, é até possível conceder-lhe
> o benefício da dúvida. Será, contudo, uma dúvida muito fragilizada
> pela inverossimilhança: não é fácil acreditar que a causa da reunião
> tenha sido a má campanha do Corinthians no Brasileirão ou um relato
> dele sobre as dificuldades que está enfrentando para beber água com
> gás, que tanto aprecia.
>
> Disso tudo fica uma questão: Lula ainda se acha onipotente ou acaba de
> constatar que não é?
>
> Jornalista, escritor e editorialista do Jornal da Tarde
>
> (Publicado na Pág.A2 do Estado de S. Paulo de quarta-feira 6 de junho de 2012)

LANÇAMENTO DO LIVRO DIMENSÕES.BR

****  TEM EVENTO LITERÁRIO DIA 09/06 - SÃO PAULO - SP  ****


* EU PARTICIPO DO LIVRO - SEGUEM ABAIXO CONVITE E DETALHES ( ANEXOS ) *
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LANÇAMENTO DO LIVRO


DIMENSÕES.BR - CONTOS FANTÁSTICOS NO BRASIL VOL. 2


ANTOLOGIA - PARTICIPAÇÃO DO AUTOR:  LAILTON ARAÚJO


Dia:  09/06/2012 - Sábado
Horário:  às 15h
Evento:  Gratuito
Local:  China Trade Center
Endereço:  Rua Pamplona, 518 - Bela Vista - São Paulo - SP
Ponto de Referência:  Estação Trianon do Metrô


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