terça-feira, 30 de setembro de 2014

Antes que as abelhas sejam extintas


Caros amigos,



Abelhas estão sendo dizimadas no mundo todo, pondo em risco nossa produção de alimentos. Cientistas culpam pesticidas tóxicos, banidos na União Europeia depois de uma mega-campanha da Avaaz. Agora é a vez dos EUA decidirem o que fazer. Envie uma mensagem urgentemente para entregar nossa petição com quase 3 milhões de assinaturas para a comissão sobre abelhas da Casa Branca. Temos apenas dois dias:

envie uma mensagem
Silenciosamente, bilhões de abelhas estão sendo dizimadas, pondo em risco nossa produção de alimentos. Abelhas não apenas fazem mel – elas são uma força de trabalho imensa, polinizando 75% das plantas que cultivamos. Mas em dois dias os EUA podem dar um passo em direção à proibição dos pesticidas tóxicos responsáveis pela mortandade.

Nós sabemos que podemos conseguir a proibição  – depois de uma mega-campanha da Avaaz no ano passado, a União Europeia baniu essa mesma categoria de venenos, considerada por diversos cientistas como a responsável pela morte em massa das abelhas. Nesse exato momento fábricas de componentes químicos estão fazendo forte lobby junto às autoridades norte-americanas para impedir uma mudança. Mas informantes da Avaaz dizem que uma pressão pública massiva poderia ser o fiel da balança a nosso favor. Vamos fazer pressão! Um banimento feito pelos EUA pode deflagrar um "efeito dominó" no resto do mundo. Não temos tempo a perder  a força-tarefa que cuida do assunto na Casa Branca apresentará propostas para a regulação na terça-feira. Quase 3 milhões de nós já apoiamos essa campanha. Vamos correr para mandar mensagens para os chefes da força-tarefa antes da reunião de terça-feira. Não estamos falando apenas da vida das abelhas, mas da nossa própria sobrevivência. Clique para enviar uma mensagem:

https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees_us_sam_loc/?bAPOrbb&v=47093

Abelhas são vitais para a vida na Terra: todos os anos, elas polinizam plantações, um trabalho que, se fosse pago, seria equivalente a cerca de 40 bilhões de dólares. Sem uma iniciativa imediata que assegure a continuidade da polinização pelas abelhas, muitas das nossas frutas, vegetais e castanhas favoritas podem desaparecer das prateleiras dos supermercados e um terço da nossa oferta de alimentos pode sumir.
Nos anos recentes, temos visto um declínio grande no número de abelhas – algumas espécies já foram completamente extintas, e na Califórnia (o maior produtor de alimento dos EUA) apicultores perdem um terço de suas abelhas por ano. Cientistas têm procurado por uma resposta. Enquanto alguns estudos, em sua maior parte financiados pelas companhias químicas, afirmam que a mortandade é provocada por uma combinação de doenças, perda de habitat e químicos tóxicos, pesquisas independentes e reconhecidas concluíram que os pesticidas neonicotinoides são os responsáveis.

Foram essas evidências alarmantes, junto com uma campanha eficaz feita pela Avaaz e seus parceiros, que conseguiram o banimento pela União Europeia. A Agência de Proteção Ambiental norte-americana (EPA) deveria por lei regular esses tóxicos, mas – sob a influênca de grande companhias de produtos químicos – há anos tem fugido de suas responsabilidades. Agora a força-tarefa criada pela presidência dos EUA para tratar do assunto pode fazer com que a EPA cancele o registro dos pesticidas, proibindo sua venda nos Estados Unidos. Esta é a nossa chance!

O relatório da força-tarefa deve ser apresentado em dois dias. Quase 3 milhões de nós já apoiamos essa campanha. Vamos enviar milhares de mensagens para os líderes das agências que participam da força-tarefa antes que eles cheguem a uma decisão:

https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees_us_sam_loc/?bAPOrbb&v=47093

Não podemos mais deixar nossa delicada cadeia alimentar nas mãos de empresas de químicos e de "reguladores" que na verdade comem nas mãos dessas mesmas empresas. O banimento desses pesticidas nos deixará mais próximos de um mundo seguro para nós e para as demais espécies que nos são caras e de quem dependemos.

Com esperança,

Terra, Alex, Alice, Ari, Nick, Laila, Marigona, Ricken e o restante da equipe da Avaaz

DESLOCAMENTOS ELEITORAIS & OUTROS

 
Jomard Muniz de Britto, jmb
 
Tentação de plagiar MIRÓ, nosso poeta
de Muribeca para o Mundo em votação:
- EU ANDO TÃO ESQUECIDO DE MIM(em nós)
QUE ONTEM À NOITE/AO CHEGAR EM CASA/
COLOQUEI A ROUPA NA CAMA/ E FUI DORMIR
DENTRO DO GUARDA-ROUPA... ou da
urna eletrônica? Minúsculas nossas rotações.
Porque a lua não é menos materialista do que
a luta. E a famosa luta de classes pode não ser
mais dialética do que a luta dos corpos.
E a luta por votos?
Não me enganem. Nem se iludam.
Memes e mentes metropolitanas ficam surpresas
com os 50 aniversários de MAFALDA e do DEUS E
O DIABO NA TERRA DO SOL. Enquanto os XUCURUS
talvez invistam na messianicidade de MARINA.
Quem saberia? Precisamos raciocinar com os paradoxos
do reconhecimento e o conflito das afinidades ideológicas.
Intelectuais, que não professam a FÉ em Cristo e no
Brasil profundo, admitem a BÍBLIA enquanto uma das
obras primas da literatura universal. E nós outros?
Se nem toda lua luta por LULA, todo sol arde
sem terra nem tela nem tecla.
O amor de Lisbela pode ser mais guloso do que
o apetite dos seus prisioneiros.
Continuamos sem saber os mistérios do inteiro
ambiente tanto quanto os enigmas da politicidade.
Porém o núcleo duro do BLOCO DO NADA se orgulha
de Heitor Scalambrini enquanto usuário da energia solar.
Nossas dívidas pelos DESLOCAMENTOS vão para
Roberta Ramos Marques. Entre nós: demarcados
pela beleza  pungente e dialógica reaproximando
Paulo Freire e Abelardo da Hora.
Recife, outubro 2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Fundação Terra, 30 anos

​...lá vem ​ARROCHO!

Assunto: A VOLTA DO DESASTRE!

Para:



Guilherme Boulos
O neoliberalismo saiu do armário
04/09/2014 03h00 - Atualizado às 18h38

Quem diria! Mal se passaram 6 anos da crise em que as políticas neoliberais afundaram o mundo e eles já estão aí com todo o vigor. A aposta na mão invisível do mercado e na desregulamentação das finanças quase levou os Estados Unidos ao colapso em 2008. Os Estados Unidos, a Europa e a economia mundial pagam o preço até hoje.
Não demorou, porém, para que os intelectuais da banca superassem a vergonha e o descrédito, saíssem do armário e recuperassem a autoconfiança para defender a mesma rota do fracasso. Abstraíram 2008 e reaparecem de cara lavada para apresentar as mudanças necessárias na economia brasileira.
Já foi dito que a história se repete, primeiro como tragédia e depois como farsa. Neste caso até os personagens são os mesmos. Vejam vocês, Armínio Fraga! As últimas três campanhas presidenciais do PSDB o esconderam a sete chaves, assim como a FHC. Dizem que há lugares do país que quando seu nome é citado as pessoas correm para bater três vezes na madeira. Dá azar. Incrível, mas Aécio Neves teve a coragem de reabilitá-lo.
Aquele que quando foi presidente do Banco Central elevou a taxa de juros de 25% para 45%! O homem do arrocho e dos banqueiros. Que foi diretor do Fundo de Investimento de George Soros, símbolo da especulação financeira mundial.
E é o mesmo velho Armínio. Diz agora que os salários subiram muito ultimamente e que a redução de juros nos anos anteriores foi "preocupante". Em entrevista à Folha esta semana deixou claro que gostaria de rever as regras do seguro-desemprego, aumentar a idade mínima para aposentadoria e dificultar a concessão de pensões.
Tudo em nome do combate à inflação. Só deixa de dizer que ao fim de sua gestão no Banco Central, no governo FHC, a inflação era de 12,5% ao ano, quase o dobro da atual, que ele julga fora de controle. E isso com juros estrondosos.
Sorte tem o país que o candidato que o anunciou como futuro ministro da Fazenda está praticamente fora do páreo eleitoral.
Mas, como diz o povo mais acostumado a sofrer, desgraça pouca é bobagem. A queda de Aécio foi acompanhada da subida meteórica de Marina Silva. E Marina, talvez no afã de atrair o mercado para seu projeto, tinha já erigido como conselheiro econômico ninguém menos que Eduardo Giannetti da Fonseca. Economista da nata do neoliberalismo brasileiro.
Giannetti tem distribuído por aí a mesma cantilena que arruinou os trabalhadores no Brasil, produzindo desemprego, arrocho salarial e recessão econômica na década de 90. O discurso de Marina é da nova política, mas começa mal ao recorrer à velha economia.

Também em entrevista à Folha, no ano passado, sistematizou sua listinha de desejos: autonomia do Banco Central, readequar a Petrobrás e os bancos públicos nos "critérios de mercado", desatrelar o reajuste das aposentarias ao salário mínimo e por aí vai. O modelo de seus sonhos, disse ele, é o segundo mandato de FHC e o primeiro de Lula (o mandato mais conservador dos governos petistas). Cita como referência as heroicas privatizações e a desregulamentação de capitais por FHC.
Sua obsessão –agora repetida por Marina– é fortalecer o dito tripé macroeconômico. Austeridade fiscal, aumento do superávit primário e livre câmbio. Não é preciso ser economista nem ter sobrenome europeu para saber que isso implica cortes de investimentos e de gastos sociais do Estado. Austeridade fiscal é um nome elegante para dizer corte no orçamento público. Superávit primário é um termo técnico para se referir à reserva de recursos para pagar juros da dívida aos banqueiros, o que, por sua vez, implica cortes orçamentários.
Marina terá que se decidir. Ou quer manter e ampliar políticas sociais e investimentos públicos ou quer fazer cortes. Do ponto de vista lógico tentar conciliar os dois é tão impossível quanto empenhar-se em desenhar um círculo quadrado. Simplesmente não dá. Marina deve a todos esta resposta. Ou está com Giannetti ou está com Chico Mendes.
A reabilitação dos neoliberais, ao que parece, não foi apenas um apelo desesperado do PSDB, mas uma tendência do debate econômico nestas eleições. Não deixa de ser, de algum modo, a volta dos que não foram. Já que os governos petistas –Dilma inclusive– conservaram importantes aspectos neoliberais em sua política econômica. Não por acaso os lucros bancários foram recordes. O pré-sal foi concedido à exploração privada, assim como aeroportos e rodovias.
Mas tragicamente o discurso da mudança entre os principais candidatos não critica esse conservadorismo. Ao contrário, diz que ele foi insuficiente e volta-se contra as limitadas iniciativas de enfrentá-lo. A titubeante redução dos juros básicos, o uso de bancos públicos para baratear o crédito, a atuação das estatais na indução de investimentos e os gastos com assistência social, que não chegam a 4% do orçamento federal.
A crítica é feita pelo viés conservador. E deixa claro que o debate econômico no Brasil ainda é pautado pelo interesse do mercado financeiro. Enquanto for assim teremos de conviver com o eterno retorno dos neoliberais.
REPASSE PARA OS SEUS CONTATOS. INFORMAÇÃO É TUDO

Fundação Terra: 30 anos fazendo a diferença

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A Escola Técnica Arlindo Ferreira dos Santos (ETE-AFS-PE) , está na campanha do LEITE EM PÓ,para ajudar a Fundação Terra do nosso querido Padre Aírton, que tanto fez e faz pelas pessoas excluídas...ajudem!!!

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