domingo, 30 de agosto de 2015

O SURREALISMO CEREBRAL DE RENÉ MAGRITTE


Chamaram-lhe pintor cerebral e apelidaram o seu estilo de "visual thinking". A pintura surrealista de René Magritte tornou-se um marco do século XX, mas foi quase no final da sua vida que começou a ser apreciada pelo grande público. Hoje, pinturas como "Golconde", "A traição das imagens" ou "Filho do Homem" fazem parte da cultura popular e ajudaram a mudar a percepção da arte surrealista.

Les Amants

René Magritte (1898-1967) tinha apenas 13 anos quando a sua mãe cometeu um acto terrível. Depois de várias tentativas de suicídio, ela atirou-se de uma ponte, afogando-se no Rio Sambre. Diz-se que este acontecimento viria a marcar para o resto da vida o pintor belga, levando-o a pintar quadros como Les Amants (1928), em que dois namorados se beijam encapuçados - da mesma forma que a sua mãe tinha sido encontrada, com o vestido cobrindo-lhe a cabeça. Apesar da tragédia, a verdade é que Magritte se tornou um dos pintores mais famosos do século XX e um marco incontornável da arte surrealista.
Os primeiros quadros de Magritte datam de 1915 e eram impressionistas. No entanto, de 1916 a 1918 o belga decidiu frequentar a Academia Real de Artes em Bruxelas de forma a aperfeiçoar a sua técnica, acabando por se aborrecer com o conservadorismo da escola e por abandoná-la. Tornou-se então um desenhador de papel de parede e artista comercial em Bruxelas, cidade onde passou a viver e se casou com Georgette Berger. Os seus primeiros trabalhos, depois de sair da Academia, foram influenciados pelo Cubismo e Futurismo. Foi, contudo, quando se aproximou de Giorgio de Chirico e da sua pintura metafísica que Magritte mergulhou no surrealismo que viria a marcar toda a sua obra. Em 1926, deixou o emprego para se dedicar inteiramente à arte, sob o mecenato da Galerie le Centaure, que lhe permitiu pintar a tempo inteiro. Le Jockey Perdu, tela terminada no mesmo ano, foi a sua primeira obra surrealista. No entanto, a má recepção da crítica fez com que Magritte se refugiasse em Paris e aí vivesse durante três anos, estabelecendo contactos com Max Ernst, Dali, André Breton e Paul Éluard.
Le Jockey Perdu


Voltando para Bruxelas, viu-se obrigado a criar uma agência de publicidade com o irmão, de forma a ganhar dinheiro para sustentar o seu estilo de vida. Viria mais tarde a confessar o desprezo que tinha por este tipo de trabalho: "Detesto o meu passado e o de todos. Detesto a resignação, a paciência, o heroismo profissional e os sentimentos bonitos obrigatórios. Também detesto as artes decorativas, o folclore, a publicidade, as vozes dos anúncios, o aerodinamismo, os escuteiros, o cheiros das bolas de naftalina, acontecimentos do momento e pessoas embriagadas". Durante os anos 30 aprofundou a sua técnica, pintando imagens perturbantes e desconstruídas que logram desafiar as percepções do público. Em 1928, Magritte já nos tinha deixado uma pista para a leitura da sua obra com "A traição das imagens", pintado em Cadaqués (Catalunha) na companhia de Dali. Por baixo do cachimbo, podemos ler as palavras "Ceci n'est pas une pipe", uma aparente contradição. Contudo, se reflectirmos acerca do assunto, trata-se da imagem de um cachimbo que não satisfaz a necessidade do objecto real. O mote estava lançado: não importa o quão fiel possamos representar uma imagem, é sempre impossível capturar a sua essência.
La Trahison des Images
A pintura de Magritte dá novos significados aos objectos comuns, mas de uma forma diferente. Ao contrário do automatismo surreal até então praticado, o seu trabalho surge da justaposição pensada, criando uma imagética poética e exortando à hipersensibilidade do público. O resultado são objectos híbridos, como em O Retrato (1935) ou La Durée poignardée (1938). Os motivos eram muitas vezes quotidianos: árvores, janelas, portas, cadeiras, pessoas, paisagens. Magritte não procurava o obscuro e recusava o significado dos sonhos e da psicanálise. Pelo contrário, ele procurava, através da terapia de choque e da surpresa, libertar da sua obscuridade as visões convencionais da realidade. A simplicidade enganadora das suas telas tem um conteúdo filosófico e poético, satirizando o mundo instável e perturbado do século XX. Um mundo feroz (e veloz) no qual a razão se torna indispensável para dar sentido à vida. Mas Magritte expurga essa razão através de técnicas surrealistas, jogando com a lógica do espectador: há nos seus quadros uma necessidade de reagir ao fenómeno da vida quotidiana, criando algo inesperado. Um quadro de Magritte não é para ser admirado. É para ser objecto de reflexão e ponderado - o sentido está muitas vezes escondido e é alvo de segundas, terceiras e quartas interpretações. E as questões acerca das suas criações ainda pairam no ar, já que Magritte nunca deu respostas claras acerca do seu significado. La reproduction interdite ou Golconde são alguns dos exemplos desta aura de mistério.
Not to be Reproduced

Durante os tempestivos anos 40, o pintor belga passou ainda por dois períodos - os únicos da sua vida - em que se afastou do surrealismo. Em 1943-44, influenciado por Renoir, adoptou um estilo colorido que deixou pouco depois, dado o desinteresse da crítica. Em 1947-48, na época "vache", foi influenciado pelos fauvistas, pintando imagens provocatórias e rudes. Desencorajado mais uma vez pelas críticas ao seu trabalho, acabou também por voltar ao seu "visual thinking" ou "pintura cerebral", termos rotulados pela crítica. Apesar dos cerca de mil trabalhos que criou até à sua morte em Agosto de 1967, René Magritte começou apenas a ser verdadeiramente apreciado nos anos 60. O interesse generalizado fez com que muitas das suas telas se tornassem parte da cultura popular durante as décadas seguintes. Ainda hoje o seu trabalho é re-interpretado por artistas modernos. O músico Rufus Wainwright é um deles e no seu vídeo Across The Universe (2002) mostra Dakota Fanning rodeada de homens de chapéu de coco e gabardine estáticos no ar, numa semelhança inegável com "Golconde".
"A arte evoca o mistério sem o qual o mundo não existiria", René Magritte.

DIANA CALDEIRA GUERRA


THE BEATLES: O MAIOR FENÔMENO MUSICAL DO MUNDO

A evolução dos temas abordados pelas músicas da banda em apenas 10 anos de existência revela um absurdo de criatividade, espontaneidade e amadurecimento.
Não há como negar: Os Beatles foram e ainda são a maior banda do mundo. Desculpem a Beatlemaníaca aqui, se discordarem. E mantém-se o convite àqueles que ainda não tiraram um tempo para conhecer a obra.

      Os Beatles seguem como a banda mais desejada e mais copiada por todos os artistas do mundo. Também, pudera, uma banda que apenas existiu por 10 anos e lançou mais de 300 músicas e 13 álbuns, deixa claro que não faltou criatividade, numa média de mais de um álbum por ano. O grupo iniciou com a fase "yeh yeh yeh", com músicas românticas e letras mais simples, como "I wanna hold your hand" ou "All my loving", com simples acordes. Nada muito diferente de ré, dó, sol, fá... e evoluindo para o grande título "Yesterday", composto por Paul McCartney após ter tido um sonho com a letra da música.
        A evolução de temas das músicas é claro ao longo dos discos lançados. Letras, antes preocupadas com romances, passam a ser focadas em questões existenciais, como "When I´m Sixty-four", onde Paul questiona: Você ainda vai precisar de mim quando eu tiver 64 anos? Ou "She`s leaving home", com a forte citação sobre uma menina que deixa sua casa e onde é tida como uma pessoa que sente só dentro do próprio lar: "She`s leaving home after living alone for so many years". Após alguns álbuns causadores de verdadeiras febres, o grupo entrou para a sua fase mais alucinógena, digamos, com o lançamento do disco "Magical Mistery Tour" e logo após, "Sgt. Pepper Lonely Hearts CLub Band", onde as músicas passaram a ser bem psicodélicas. Nesta fase, Paul e John usavam drogas e foram introduzidos ao LSD pelo Doctor Rocbert, dentista do grupo. Certa vez, quando foram jantar na casa de Robert, o doutor colocou LSD em suas bebidas. Claro que o grupo não sabia. De repente, John pergunta a Paul: - Paul, a mesa está esticando? E Paul responde que sim. Robert finalmente contou a verdade. John passou a fazer o uso e Paul ficou extremamente chateado com a falta de respeito de Robert, mas depois, tudo ficou bem e o grupo até lançou "Lucy in the Sky with Diamonds", uma alusão ao LSD devido às iniciais LSD nas palavras que compõem o nome da música.
Nos anos 60, o mundo vivia um momento de questionamento da ordem vigente, com protestos pela paz, direitos humanos e feminismo. As mulheres podiam controlar se queriam ou não engravidar, com o uso dos anticoncepcionais e o "Sexo, Drogas e Rock n`Roll" era a ideologia entre milhares de jovens. Os Beatles, assim como outras bandas, foram a trilha sonora desta época e conseguiram realizar o sonho de se tornarem grandes astros do rock.Paul McCartney é tido hoje como o artista mais conhecido do mundo. Ringo Starr (o baterista) segue uma carreira bem mais tranquila, viajando com sua "All Starr Band", composta por grandes nomes da música, onde apenas toca em shows poucas canções dos Beatles, provavelmente devido aos direitos autorais, onde a maioria das músicas fora composta por John e Paul. No entanto, os shows de Paul McCartney lotam estádios de futebol pelo Brasil, se apresentando, em média, para 70 mil pessoas por show, onde pode-se assistir a um verdadeiro show dos Beatles, para aqueles que não eram da época da banda. Paul também apresenta músicas famosas de sua carreira solo, levando as pessoas à loucura. Quanto aos outros dois membros, John Lennon (guitarrista) e George Harrison (guitarrista), não se encontram mais entre nós, o que é realmente uma tristeza. Mas vale muito à pena dedicar um tempo para ouvir seus trabalhos de carreira solo.
Beatles é um fenômeno a ser estudado. A banda segue tendo milhões de fãs ao redor do mundo mesmo tendo sido desfeita há 45 anos. E detalhe: os fãs são realmente loucos, a ponto de acamparem nas filas dos shows, passarem horas esperando, usando roupas a caráter, sabendo cantar todas as músicas, levando gerações e gerações para os shows e pagando até 3 mil reais para ter um pacote vip nesses shows. As conversas nas filas giram em torno somente de Beatles e todos têm uma história nova para contar. Existe até matéria de graduação sobre Beatles pelo mundo. A quem não conhece ainda a banda, fica o convite e o aviso: Depois que você conhece, não tem volta. É paixão na certa. Também, pudera... uma banda capaz de fazer música sobre qualquer assunto e, ainda por cima, música boa e que dá uma vontade incontrolável de dançar, tem realmente que agradar a todos. Por enquanto fica este gostinho de quero mais. Logo escrevo sobre mais detalhes da banda. Beatlemaníacos, Uni-Vos! Logo iremos a mais um show de Paul McCartney!
The Beatles: o maior fenômeno musical do mundo.

DOMIE LENNON

Calmamente ansiosa, desatenta por atenção, lentamente ágil, introvertidamente extrovertida, espontânea e uma velha sagitariana intuitiva...

MIRÓ POETA E FILOSOFO DA MURIBECA


domingo, 16 de agosto de 2015

PARABÉNS AOS 3 MOSQUETEIROS DA ETE

Quero parabenizar a todos que foram até o fim desta  longa jornada. enfim o Mestrado é mais um degrau para uma melhor formação educacional e profissional e parabenizar meus amigos de luta, Eduardo Rodrigo e Júlio César Albuquerque.

sábado, 8 de agosto de 2015

GUARDEM O NOME DE GILVAN LEMOS



Silenciosamente, assim como viveu, escritor pernambucano morreu no dia 1º de agosto, aos 87 anos. Um homem de poucas palavras faladas, mas muitas escritas. Poucas aparições, mas muitos admiradores.


PUBLICADO EM LITERATURA POR FELLIPE TORRES


Banho de açude, cinema, futebol (Torcedor do Santa Cruz) e gibi. Paixões simples de uma infância interiorana moldaram o imaginário de um jovem aspirante a escritor, morador de São Bento do Una, Agreste de Pernambuco, na década de 1940. Com alguma facilidade, Gilvan de Souza Lemos (1928-2015) criava pastiches de heróis norte-americanos, decalcava traços da coleção de revistinhas e pinçava referências de filmes de faroeste. Por causa do pouco estudo (só frequentou a escola até o terceiro ano da educação primária), passou a se interessar por literatura somente por insistência da mãe e da irmã. Aceitou ler O conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, e se apaixonou pelo universo das letras. A partir de então, passou a consumir e, aos poucos, produzir ficção. Aos 17 anos, tímido e discreto (como seria até o fim da vida), enviou para uma revista um de seus contos junto a uma carta. Nela, pedia para os editores serem complacentes caso decidissem rejeitar o texto. A negativa deveria sair com o nome de um pseudônimo, para não torná-lo alvo da “língua ferina” do povo. A publicação da narrativa curta, posteriormente premiada, foi o primeiro momento de glória. Foi o incentivo para a escrita do primeiro livro de fôlego, logo destruído pelo autor, por achar o material de baixa qualidade. Aos 21, em 1949, mudou-se para o Recife, onde vivia em uma pensão.

“Comecei a imaginar um romance, tinha ele na cabeça, mas faltava máquina de escrever. Foi quando consegui comprar uma, parcelada em prestações”, dizia Gilvan. No quarto apertado, colocava a nova aquisição equilibrada em uma caixa de sapato, em cima da cadeira. Em um mês e 17 dias, escreveu Noturnos sem música, primeiro romance publicado, vencedor de prêmio, mas ignorado pela crítica local. Era o começo de uma longeva carreira literária, de 25 obras editadas, algumas por grandes editoras nacionais.
Recentemente, com a idade avançada, Gilvan vinha se queixando da perda de memória, motivo pelo qual passou a se dedicar apenas a contos. Ao amigo, pesquisador e escritor Pedro Américo de Farias, queixava-se de ter “perdido o gás” para escrever. “Há pouco tempo, ele me disse que andava relendo contos e romances dele e estava muito surpreso. Imaginei que ele falaria coisas ruins, que não escreveria mais aquilo. Perguntei o motivo, e ele disse: ‘São muito bons, penso até que não fui eu que escrevi’.”

Ponto de encontro No convívio com outros autores e intelectuais, Gilvan encarnava uma persona de brincalhão, de homem afável, alternada com características de alguém recluso. Nas décadas de 1980 e 1990, era a grande sensação da Livro Sete (antiga livraria do Recife), consagrado ponto de encontro de escritores. Na calçada, um banco de apenas quatro lugares era disputadíssimo quando o escritor estava presente (ou seja, quase todos os dias).
Para o amigo Nivaldo Mulatinho, especialista na obra de Gilvan, por suas peculiaridades, o autor era pessoa não muito fácil de se conviver. “Há episódios daquela época como quando o escritor Josué Montelo se aproximou para conhecer Gilvan que, ao vê-lo, saiu correndo. Depois, ele explicou que nunca tinha lido nada de Josué. Por isso, queria evitar problemas. Foi muito engraçado”.
Acadêmico tardio O banco da Livro Sete foi batizado por Gilvan Lemos de “academia da calçada”. Isso porque o autor de Emissários do diabo era magoado por ter fracassado em nas três primeiras tentativas de ingresso na Academia Pernambucana de Letras. Ele só viria a entrar para instituição em 2012. “Gilvan brincava ao dizer que ele já era mais ‘uma vaga’ na academia do que um candidato, pois já entraria muito velho. Essa vontade de pertencer à APL era a maneira de homenagear São Bento do Una. Queria deixar o povo feliz de ter um representante na academia”, comenta o editor da extinta Livro Sete, Tarcísio Pereira. Quando a livraria fechou, Gilvan passou a frequentar a Nossa Livraria, na Rua do Riachuelo, também no centro do Recife.


Sem medo de morrer "anônimo" Por causa do silêncio da crítica em torno da primeira obra publicada, Noturnos e música, Gilvan Lemos tomou atitude drástica. Passou a escrever somente para as próprias gavetas. Foram precisos 12 anos para superar o episódio e submeter um novo romance para publicação. Por conselho do amigo Osman Lins, enviou à editora Civilização Brasileira o original de Emissários do diabo, considerada a principal obra-prima, relançada em 2013 pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), junto com O anjo do quarto dia e Os olhos da treva. A grande insistência de Osman, ciente da grandeza da obra do conterrâneo, era convencer Gilvan Lemos a migrar para o Sudeste do país em busca de visibilidade, sob pena de “morrer como escritor anônimo” no Recife. “Isso aconteceu um pouco com Joaquim Cardozo, um grande poeta desconhecido no Brasil. A situação de Gilvan é bem semelhante, os dois se parecem muito. Dois homens recatados, silenciosos”, avalia o pesquisador Pedro Américo de Farias.

Para o editor Tarcísio Pereira, Gilvan não chega a ser um desconhecido, mas acredita em uma divulgação muito maior da obra, caso ele tivesse se mudado para o Rio de Janeiro ou São Paulo. “Mesmo ficando aqui na cidade, teve livros publicados por grandes editoras, como Globo, Civilização Brasileira, Record. Ele era conhecido no meio editorial a ponto de despertar interesse de grandes grupos. Quanto ao legado daqui para frente, é uma pena que Gilvan nunca se casou ou teve filhos e, portanto, não deixou ninguém da família para administrar a obra dele”. Um centro cultural - com biblioteca, museu e oficina de artes - está sendo construído em São Bento do Una, com a coordenação da sobrinha Lívia Valença, para preservar a memória do romancista.
Vontade de ir embora não faltou. Na primeira tentativa de mudança para o Rio de Janeiro, ainda no início da carreira literária, Gilvan foi impedido por um tio. Em outras vezes, a proximidade da família pesou contra. Segundo Américo, como tinha emprego federal, ele podia ser transferido para qualquer parte do Brasil. “Essa chance existiu. Ele se arrependeu de não ter ido. Era um pouco amargurado, pois tinha dimensão da grandeza e da importância da própria obra. Ele tinha carreira nacional garantida. Depois, ficou mergulhado em um provincianismo contra a vontade dele. Acomodou-se”. Para Américo, há um grande descaso histórico com a obra de Gilvan. “Acho que não é tarde. Ele nos deixa a obra como herança”. Por ocasião da reedição das obras em 2013, o escritor Raimundo Carreiro classificou Gilvan Lemos como “um dos mais importantes escritores de Pernambuco, integrante da geração pós-regionalismo e anterior ao Movimento Armorial”.


documentário As poetas Cida Pedrosa e Mariane Biggio disponibilizaram gratuitamente na internet o recém-lançado documentário LEMOS, Gilvan, lançado em junho passado. Em meses de gravação, a equipe acompanhou a vida do escritor entre o Recife, onde morava, e São Bento do Una, no Agreste, cidade natal com a qual tem forte vínculo afetivo. No filme de 20 minutos, Gilvan fala sobre a capital pernambucana, a evolução da carreira, a relação com as duas cidades.


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