quinta-feira, 22 de outubro de 2015

CONVITE

A Cia. Teatral Primeiro Traço (1987) estará comemorando 28 anos de muita resistência e arte em cena do sertão por isso estaremos no Auditório da Isaura Xavier na antiga Estação, nos dias: 29 e 30 de outubro, à partir das 20:00, com apresentações teatrais locais e da região e com musica, dança e literatura...tudo inteiramente grátis...
No dia 29 de outubro à partir das 19 e 30, estaremos com uma publicação infantil com as participações de Feijão com tudo sobre a batuta de Cieldes Brasiliano, a escola de teatro Liu Pinheiro, sobre a direção de Wilton Augusto e “O Dia das Bruxas” com a Cia. Primeiro Traço e direção de Flávio Magalhães.

No dia 30 de outubro, à partir das 19:30, estaremos com a  Cia. Cultural Violarte da cidade de Monteiro com o espetáculo 'Brincantes' é uma montagem a partir do texto Raízes do teatrólogo Marcos Freitas, a partir de figuras populares ligadas às tradições folclóricas do Nordeste, como Mateus e Bastião, que fala da vida e da morte do boi-bumbá. Dialogando com textos outros da cultura popular, como, por exemplo, poemas de poetas populares como Zé da Luz, Patativa do Assaré, ‘Brincantes’ promove, pelo riso crítico, mas divertido, uma reflexão sobre a necessidade de manter vivas essas tradições culturais. Com a direção de: Benicio Santiago.

CIA. PRIMEIRO TRAÇO 28 ANOS DE TEATRO NO SERTÃO

CIA. PRIMEIRO TRAÇO TEATRO, 28 Anos de Arte em Cena no Sertão, e 30 de teatro de Flávio Magalhães.
Histórico: O Grupo de Teatro Primeiro Traço, foi fundado por Flávio Magalhães em 1987, mas a ideia surgiu bem antes, com a realização de uma oficina feita em Sertânia em 1985, por José Manuel, que foi o Presidente da FETEAPE, além dessa oficina, na época eu era estudante de Letras na AESA-CESA, e tive um mandato no Departamento de Imprensa  no Diretório Acadêmico e uma participação rápida no Grupo Espantalho de Arcoverde, viemos a participar do CJC de Sertânia, então com essas passagens, tínhamos uma bagagem, que poderíamos fundar um Grupo e depois de uma Cia. Teatral e na época tínhamos um Jornal do Partido dos Trabalhadores, que se chamava Primeiro Traço e gostei do nome e pedi a autorização ao companheiro de lutas Wellington Santana e ele permitiu com uma condição, que nos fizéssemos um teatro sério de transformações sociais e políticas, topamos e Bertolt Brecht foi o primeiro a estudarmos e maior influencia no grupo e no dia 26 de outubro de 1987, ficou determinado que o grupo se chamaria de Primeiro Traço Teatro, os Primeiros componentes foram: Marijânio Patriota, Elenilton Felipe, José Humberto, Beto(Lilica), Pedro de Zezo, Marines Moreira ,Rosinha, Ladjane, Matilde Paz, Josefa Oliveira, Totonho, Wilton Augusto, Ramildo Lucas, Cláudio Góis, Analice, Jorge Limeira, Mávia, Antonio Tronco, Arlete, Márcio Antônio Cordeiro, Maria José, Luciano Mendes, Cícero Brito, em seguida outros começaram a participarem, como: Zito Jr. Álvaro Góis, Edilson Leite, Sandrinha, Marcos Góis, Flávio Leandro .Júlio César, Josemir (Mi), Ronivaldo, Carrapato, André Ferreira, Odilon, Wanderly, Maiara , Luciano Patriota (Pio), e muitos outros...
ESPETÁCULOS:
100 ANOS DE MENTIRA: A LUTA CONTINUA (1988); texto de Maria José, Direção: Marijânio Patriota e Flávio Magalhães
UM OLHAR NO ESCURO (1989) texto e Direção de Flávio Magalhães
A CHEGADA DE LAMPIÃO NO INFERNO (1990) Texto de Zito Jr. Direção Zito Jr. E Flávio Magalhães.,
LIBERDADE, LIBERDADE (1991) Texto de Flávio Rangel e Millor Fernandes, Direção Joacy Castro.
OPERÁRIO EM CONSTRUÇÃO (1992) Poema de Vinicius de Morais, Direção Marcos Freitas.
PÉS NA TERRA (1993) Texto e Direção Zito Jr.
O FAZEDOR DE NOTICIAS (1993) Texto e direção de Zito Jr.
CANINOS (1993) Texto de Zito Jr. E Direção de Flávio Magalhães
A BRUXINHA QUE ERA BOA (1994) Texto de Maria Clara Machado, Direção de Flávio Magalhães
APOCALIPSE (1994) Texto Paulo Fernando e Direção de Elenilton Felipe.
ABCDRUMOND (1996) Poemas de Drummond e direção de Flávio Magalhães
SALÃO DE SOMBRAS (1997) Poemas de Waldemar Cordeiro e direção de Flávio Magalhães.
LAMPIAÇO O REI DO CANGÃO (1996) Adaptação e direção de Flávio Magalhães
BANZÉ NA ROÇA (1997) Direção de Flávio Magalhães
ABCHE DA REVOLUÇÃO (1998) Poemas de Ferreira Gullar e direção de Flávio Magalhães.
DIÁRIO DE JULIA CRASH LOMMA (1998) texto de Zito Jr. E Direção de Adriana Magalhães
ANJIDEMONIOS (1999) Texto de Zito Jr e direção de Flávio Magalhães.
A REVOLTA DOS LIVROS (1999) Texto e direção de Flávio Magalhães
BILOVINO FERREIRA: O CANGACEIRO DESERTOR (2000) Texto de Zito Jr. E direção de Flávio Magalhães.
 NINE DREAM ,(2000) Poemas de John Lennon e direção de Flávio Magalhães.
MINHA NORA INGLESA (2001) Texto de Walderez Vitoriano e  Direção de Flávio Magalhães e Elenilton Felipe
LIBERDADE LIBERDADE (2001) Direção de Flávio Magalhães. E Elenilton Felipe
NO MEIO DO CAMINHO (2002) Poemas de Carlos Drummond de Andrade e direção de Flávio Magalhães e Elenilton Felipe.
O COMICIO DO SONHO CONTRA A DINASTIA DAS TREVAS (2003) Texto de Josessandro de Andrade e Direção de Elenilton Felipe e Flávio Magalhães.
ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (2005) Direção e  Texto adaptado por Flávio Magalhães.
A MOSCA O PADEIRO E O DIABO (2006) Texto de Zito Jr. E direção de Elenilton Felipe.
ANJO DE ESPINHOS (2007) Texto de Zito Jr. E direção de Flávio Magalhães.
O CIRCO (2008) Texto e direção de Flávio Magalhães.
OS MISERAVÉIS (2011) Poemas de Raniel Quintans e direção de Flávio Magalhães.
SEM SENTIDO (2012) Texto e direção de Flávio Magalhães.
CONEXÃO 171 (2013) Texto e direção de Flávio Magalhães.
O DIA DAS BRUXAS (2015)  Texto de Beto Ragusa e direção de Flávio Magalhães.
AUTO DE NATAL DO SERTÃO (2010, 2011, 2013) Texto de Marcos Freitas e direção de Flávio Magalhães.
AMIGAS E SOLTEIRAS. De Beto Ragusa e direção de Flávio Magalhães. (2015).
 “QUE NEM QUI CESSE”  Texto de Paulo Fernando, direção de Flávio Magalhães. (2015).
Além de dirigir:  A PAIXÃO DO SERTÃO DESDE 1999 ENTRE OUTROS...
O ALIENISTA (2011)ADAPTAÇÃO DA OBRA DE MACHADO DE ASSIS, e O CORTIÇO DE ALUIZIO DE AZEVEDO (2013).
DIÁRIO DE UM POETA D’AGUA DOCE,(1997) texto de Josessandro Andrade.



CIA. PRIMEIRA TRAÇO 28 ANOS EM CENA NO SERTÃO





domingo, 11 de outubro de 2015

POR QUÊ “A REVOLUÇÃO DOS BICHOS” DEVERIA SER LEITURA OBRIGATÓRIA EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO?

“A Revolução dos Bichos” é uma fábula moderna que nos ajuda a identificar líderes déspotas e regimes opressores, que operam através de técnicas de alienação e manipulação psicológica da população. Um livro sobre porcos disfarçados de homens. PUBLICADO EM LITERATURA POR .

           A importância central de “A Revolução dos Bichos” reside na crítica a regimes totalitários (sejam eles comunistas, fascistas ou capitalistas), embora George Orwell tenha se baseado mais especificamente nos acontecimentos que se desenrolaram na antiga União Soviética desde a Revolução de 1917 até 1944. A trama, escrita entre 1943 e 1944, foi construída baseando-se na história do comunismo soviético, sendo vários personagens baseados em figuras reais, como Stalin, Lenin e Trotsky. Mas a crítica pretendia se estender também a outros regimes totalitários em ascensão na época, como o fascismo de Hitler na Alemanha e de Franco na Espanha.
           O gênero escolhido por Orwell para sua ácida crítica ao antigo regime soviético foi a fábula, formato já utilizado por Esopo (o escravo contador de histórias na Grécia Antiga) e La Fontaine (escritor francês que viveu no século XVII) para descrever as idiossincrasias inerentes ao comportamento humano através de animais que falam e se comportam como...humanos. As fábulas tem fins educativos e permitem que a gente conheça mais sobre a sociedade em que vivemos e sobre nós mesmos. Além disso, ao contar uma história sobre pessoas mas centrada num contexto animal, Orwell cria a distância necessária para enxergarmos os absurdos de nosso comportamento. A denúncia disfarçada numa fábula se torna tão mais efetiva em regimes sujeitos a censura, pois o autor sempre pode alegar ter escrito uma narrativa meramente fantasiosa.

“A Revolução dos Bichos” conta a história de uma fazenda onde os animais, cansados de serem maltratados e oprimidos pelos homens, um dia se rebelam e colocam os humanos para correr. Começam a administrar a fazenda eles mesmos e criam a ideologia do Animalismo, que segue 7 mandamentos:


No início a fazenda começa a prosperar, todos os animais se sentem livres e felizes. Aos poucos, os porcos sendo a raça mais inteligente, assumem a liderança e se tornam responsáveis pelas decisões da coletividade. Um deles, Napoleão, encantado com a perspectiva de poder em potencial, trata de eliminar seu possível rival (também porco) e aos poucos adota uma postura de déspota na fazenda. Eles vão acumulando mais e mais benefícios para a classe deles e os diferentes animais (representando as diferentes parcelas da sociedade) vão lidando como podem, a maioria acreditando cegamente em tudo que é dito, outros tentando fugir, outros desconfiando mas se sentindo impotentes para lutar contra. Todos os elementos presentes em regimes totalitários estão lá: uma classe trabalhadora alienada, a manipulação psicológica através da fabricação de um inimigo externo, o culto à personalidade do líder, o forte papel da propaganda com objetivo de alienar através da repetição de slogans, poemas e músicas, a adoção de medidas tirânicas e a criação de privilégios para uma elite dominante às custas do suor de seu povo. E, principalmente, o abandono dos ideais sociais inicialmente defendidos, de tal forma que os 7 mandamentos criados na revolução a certa altura são substituídos por um só:
Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais do que os outros.
O livro extrapola a questão dos desvios que a revolução russa tomou. Poderíamos reconhecer diversos ditadores nas atitudes do personagem Napoleão: Augusto Pinochet no Chile, Hugo Chávez na Venezuela, Slobodan Milosevic na Sérvia e na Iugoslávia, Mao-Tse-Tung na China, Idi Amin em Uganda ou Pol Pot no Camboja.
É preciso que esta fábula moderna continue contribuindo para a humanidade ao nos alertar dos perigos da ascensão de certos líderes com discursos demagógicos, cujos conteúdos disfarçam intenções ulteriores e cujas promessas de prosperidade e liberdade costumam agraciar apenas uma minoria. George Orwell nos ensina, enfim, a reconhecer porcos disfarçados de homens.

ADRIANA GANDELMAN

Gosto de letras, livros, quadros, filmes, vinhos, lugares, línguas, cheiros, papos amenos, gargalhadas, músicas, silêncio, abraços, lembranças.

IN MEMORIAN

ARCOVERDE DE LUTO.
       Arcoverde perde um dos ícones da luta contra o racismo e promotor de cultura, O companheiro Luiz Eloy De Andrade, Fundador e candidato a prefeito de Arcoverde em 1982, criou e manteve por quase 15 anos o Jornal Abibiman, formado em Biologia na AESA, CESA, foi Presidente do D.A. João XXIII, escreveu, favoreceu muito à que outros escrevessem, organizou e publicou 4 livros. O mesmo esteve internado no Hospital Regional de Arcoverde e por falta de assistência do nosso Regional foi transferido para o hospital de Serra Talhada, onde acabou de falecer hoje às 04:00 hs.
O corpo está sendo trazido para Arcoverde, onde será sepultado. Vão aqui meus sentimentos as irmãs e demais familiares. Faleceu em Serra Talhada. Estou em contato com a irmã. O Sepultamento será amanhã pela manhã porque tem alguns irmãos vindo de outros Estados. O velório será na casa dele, próximo ao viaduto e vizinho a antiga fábrica de arroz.


Morre um Pedaço da alma negra no Brasil...


Luiz Elói de Andrade (Luizão), ícone da luta racial na cidade de Arcoverde, saí da vida e entra para história. Foram quase trinta anos de amizade e aprendizado com esse revolucionário da causa negra.Guerreiro, bravo, sonhador, homem-menino . Luiz viverá sempre que um grito pelos direitos raciais ecoar; sempre que um jovem, criança ou adolescente tiver orgulho de sua cor, ou quando alguém assumir seu cabelo rastafári, black power e disser diante de si mesmo:- Sou negro sim, e tenho muito orgulho!!! 
Adeus Luiz. Um dia nos encontraremos, como você bem dizia: "_ Em um lugar bom prá caramba, com muito axé"!!!!

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Homenagem a John Lennon reúne milhares de pessoas no Central Park.


         Nesta sexta, 9 de outubro, John Lennon completaria 75 anos, e abrindo as celebrações em torno dessa data, a viúva do ex-Beatle, Yoko Ono promoveu um evento no Central Park de Nova York, nesta terça (06), no qual propôs a criação de um símbolo da paz humano. Trata-se do maior símbolo da paz do mundo, formado por milhares de pessoas, que formaram um grande círculo no Central Park, em forma daquele famoso símbolo hippie da paz. A idéia é homenagear John Lennon em um dos lugares que ele mais gostava – perto do famoso Dakota Building, onde ele viveu seus últimos anos. Esta é a ação mais chamativa, mas também há outras. Por exemplo, Yoko está patrocinando o “Lennon Bus”, um estúdio móvel, que percorre os EUA promovendo cursos e oficinas com o objetivo de descobrir e formar novos talentos.


RÉQUIEM PARA JOHN LENNON
Num mundo nuclear medieval
Alguém  pede Paz...
Num mundo de guerras frias
Alguém  pede Amor
Num mundo cheio de preconceitos
Alguém  pede Igualdade
BANG,BANG,BANG,BANG,BANG.
Que maneira mais brutal
De  parar um sonho.
(Flávio Magalhães, Dezembro de 1980).

          O eterno Beatle, John Lennon. foi assassinado em 8 de dezembro de 1980, aos 40 anos de idade, em frente ao edifício Dakota, próximo do Central Park, onde morava.

OUTUBRO SEMPRE CO-MOVENTE Jomard Muniz de Britto, jmb

OUTUBRO SEMPRE CO-MOVENTE
Jomard Muniz de Britto, jmb

Ouvir o canto das sereias em desilusões.
Melodias além de canções e calamidades.
Ouvintes de múltiplas emissoras anunciando
fogo bárbaro de uma civilização brasileira.
Ultimar homenagens sem esquecer o Pai
Adamastor e a Mãe Dona Lúcia Rocha.
Sabendo que a ignorância faz parte dos complexos
edipianos e muitos outros e outras.
Longe perto do Mosaico de Letras até arriscar-se
no ALETRAR da Livraria Jaqueira.
Tudo podendo ser miragem de COISAS e
utopias sangradas. Sintonia experimentadora em
PAF: Pedro Américo de Farias.
Pela cinemateca de Paris os ideários da
Liberdade, Igualdade, Fraternidade.
Urrando pelo precipício dos im-pe-di-men-tos.
Uivando pelos cargos comissionados de-mais.
Berrando pelos aterros e desterros das
comemorações em G: de Gilberto Freyre a
Geneton Moraes Neto em famílias.
Glauber Rocha na CAETANAVE corroendo
psicanálises selváticas?
Porque os dragões não temem o paraíso do
PÓS-TUDO. Brasil EM TRANSE.
Ruídos comunicantes da língua dos 3 PÊS:
poesia / pedagogia / politicidades.
Heranças, errancias dos altos mares aos
febris mangues.
Ontem e agora deflagrados pelo popfilósofo
DANIEL LIMA: - “Outubro se equilibra /
entre os extremos / e se desequilibra /
entre as estrelas”.
Para que e por quem ANISTIAR
o Golpe Civil-Militar de 1964?
Tudo em louvor da historicidade?
Oremos pelos CRISTOS do filme (ainda
inédito para os jovens e idosos)
A IDADE DA TERRA.
OUTUBRO pelo fogo das pulsões revolucionadoras.
Desde que o planeta BR não é um imenso
Shopping Center. Até quando?


Recife, outubro de 2015.

domingo, 4 de outubro de 2015

LANÇAMENTO DO LIVRO DO POETA JOSESSANDRO ANDRADE “COM CHEIRO DE MAR E QUIXABEIRA” LANÇAMENTO 09 DE OUTUBRO DE 2015 às 19:00 na CASA DOS POETA.



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