Plante uma árvore ! :O)

Frutos

O velho estava cuidando da planta com todo o carinho.

O jovem aproximou-se e perguntou:


* Que planta é esta que o senhor está cuidando?

* É uma jabuticabeira, respondeu o velho.

* E ela demora quanto tempo para dar frutos?

* Pelo menos uns quinze anos, informou o velho

* E o senhor espera viver tanto tempo assim?

indagou, irônico, o rapaz.

* Não, não creio que viva mais tempo, pois já estou no fim da minha jornada, disse o ancião.

* Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?


* Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas, se todos pensassem como você...

"Não importa se teremos tempo suficiente para ver mudadas as coisas e pessoas pelas quais lutamos, mas sim, que façamos a nossa parte, de modo que tudo se transforme a seu tempo."



Autor Desconhecido

Michael Simpatizante do Nazismo?

SÃO PAULO - Ao que parece, mesmo depois de morto Michael Jackson continua sendo alvo de acusações e polêmicas. Dessa vez, uma verdadeira bomba foi revelada pelo ex-guarda-costas do cantor, Matt Fiddes.
De acordo com o jornal “The Sun”, o profissional garantiu que o “Rei do Pop”, como ficou conhecido no cenário musical do mundo inteiro, mandou matar seu irmão Randy.
'Michael estava em uma guerra com seus irmãos há alguns anos. Eles estavam desesperados por uma turnê de reunião do Jackson Five. Em 2005, ele estava paranoico a ponto de impedir que sua família entrasse em casa', relatou.
Ainda segundo o ex-funcionário, o estopim para que Michael ordenasse a morte de Randy teria ocorrido quando o rapaz insistiu em se encontrar com o cantor. 'As coisas chegaram nesse ponto quando Randy tentou furar a segurança para falar com Michael. Foi aí que ele ordenou que ele fosse morto.'
Contudo, Fiddes disse que o artista não estava em seu estado normal. 'Ele estava fora de controle por causa das drogas e, felizmente, Randy respeitou e nada aconteceu.'
O ex-guarda-costas, que se autointitulou confidente do astro, já havia declarado na semana anterior que Michael Jackson manteve, nos anos 90, um breve relacionamento amoroso com Whitney Houston.
Fora isso, ele ainda assegurou que o artista ficou impotente em virtude do alto consumo de remédios e drogas e que, apesar de nunca ter falado sobre o assunto em público, era simpatizante do nazismo.
A vida do cantor Michael Jackson continua gerando polêmicas

Teatro/ Estréia: Senhora de Engenho Entre a Cruz e a Torá! Branca Dias!

O espetáculo "Senhora de Engenho Entre a Cruz e a Torá" estréia no dia 18 de maio(sexta-feira), ás 19:00h., no Engenho Camaragibe,onde morou" Branca Dias" Judia Portuguesa no século XVI.
     O enredo da peça "Senhora de Engenho" de autoria de Mirian Halfim, nos remete a meados do século XVI, em incipiente Capitania de Pernambuco, focalizado a lendária figura de Branca Dias, que fora Senhora de Engenho Camaragibe.
     Branca Dias, foi perseguida pela inquisição em Portugal, e foge para Pernambuco com os seus filhos para se encontrar com " Diogo Fernandes" seu marido no Engenho Camaragibe.
A encenação de Emmanuel David D' Lucard é toda pontuada em cruz, em um teatro de arena, onde se realiza um grande julgamento dos personagens em cena.

Alguns dados históricos:
Branca Dias, teve onze filhos, sendo dois deficientes: "Manoel Alonso" não tinha os dois braços, e aprendeu a escrever com o pé, e Brites era mentecapta e corcunda, os dois aprenderam com sua mãe Branca Dias a ler ,escrever e aritmética.
Branca Dias foi a primeira mulher mestre-escola do Brasil, e depois da morte do seu marido Diogo Fernandes, assume a administração do Engenho Camaragibe.
Bento Teixeira, foi o primeiro mestre-escola e poeta Judeu Português no Brasil, escreveu o livro Prosopopéia.

Uma particularidade, a peça conta com atores e técnicos de Camaragibe,Recife e Igarassu.

A peça tem patrocínio Cultural do FUNCULTURA, Secretaria de Cultura, FUNDARPE e do Governo do Estado de Pernambuco.

Ficha Técnica: 
Realização: Patricia Assunção e Companhia Popular de Teatro de Camaragibe
Texto: Miriam Halfim
Encenação e Pesquisa Musical: Emmanuel David D! Lucard
Assistente de Direção: Fabiana Karla
Produção Executiva: Juvino Agner
Assistente de Produção: Bernardo Junior
Direção de Arte: Lupércio Kallabar
Consultoria Histórica e Religiosa; Tânia Kaufman
Preparação Corporal e Coreografia: Anderson Henry
Plano e Execução de Maquiagem: Cláudia Alves
Cenotécnico: José Edson de Souza e Bernardo Junior
Criação e Pesquisa do Figurino: Francis de Souza
Execução de Figurino: Francis de Souza e Maria José
Aderecistas: Ramilson Gomes e Bernardo Junior
Designer de Luz: Geraldo Cosmo
Operador de Luz: José Carlos
Operador de Som: Anderson Abreu
Contra-Regra: Edson Rodrigues e Geraldo Cabral
Camareira: Joyce de Oliveira Santos
Fotografia: Rejane Lucena
Registro e Edição em Vídeo: Leonardo Gonzaga e Sérgio Gusmão
Designer Gráfico: Lupércio Kallabar
Assessoria de Imprensa: Patricia Breda de Souza
Elaboração do Projeto: Lúcio Fábio
No elenco:Alexsandro Alves, Ana Paula, André Ramos, Cláudia Alves, Cleiton Barros, Diógenes de Lima, Dul Santos, Euclides Farias, Fabiana Karla, Francis de Souza, Geraldo Cosmo, Géssica Nascimento, Guto Kelevra, Isabelly Nataly, Júlio Rodrigues Barreto, Larissa Karinne, Patricia Assunção, Pedro Dias e Júlia Roma.

Serviço:
Peça: "Senhora de Engenho entre a Cruz e a Torá"
Local: Engenho Camaragibe, AV: Belmino Corre, s/n, Centro, Camaragibe-PE
Temporada: 18 de maio a 10 de junho (Sexta, sábado e domingo)
Horário: 19:00h.
Ingresso: Inteira:R$:2.00(dois reais) e meia:R$:1.00(um real)
Informações: 8525-5337/ 9680-7596 / 9968-3497

Sem Lua na virada

> José Nêumanne
>
> Os organizadores da Virada Cultural deram a maior bola fora da
> história da promoção ao se esquecerem da efeméride de música
> brasileira mais importante do ano: o centenário de Luiz Gonzaga, seu
> Lua, o Rei do Baião, nascido em Exu, no sertão do Pajeú, Pernambuco.
>
> Gonzagão não era apenas o compositor de clássicos do cancioneiro
> popular, como Asa Branca, só para citar o exemplo do maior de todos.
> Nem somente o intérprete singular que transportou o sertão nordestino
> para a programação do rádio e da televisão no Sudeste Maravilha. Sua
> relevância transcende a essas constatações por dois motivos.
>
> O primeiro deles é que fundou a música regional nordestina. No dia em
> que resolveu o problema prático do transporte de seus acompanhantes no
> próprio automóvel para economizar o aluguel de um ônibus reduzindo o
> instrumental à sanfona que ele tocava, ao zabumba que dava o ritmo e à
> ajuda de um triângulo, criou um gênero, uma modalidade. E agendou no
> calendário nacional de festas populares a tradição de festejar as
> noites de São João e São Pedro com ritmos dos ermos sertanejos, tais
> como o xaxado dos cangaceiros de Lampião, o forró dançado nos
> terreiros de terra batida, o rojão do duplo sentido e o baião, que ele
> inventou com a cumplicidade de Humberto Teixeira, outro gênio
> esquecido. Se o filho do sanfoneiro Januário e de dona Santana não
> tivesse descoberto que do triângulo de metal percutido por uma vareta
> usado pelos vendedores de cavaco chinês na rua complementava a pegada
> do zabumba, Campina Grande, Caruaru e hoje praticamente o Nordeste
> inteiro não teriam adicionado a suas fontes de renda os festejos
> juninos.
>
> Sem ele, sanfoneiros e cantores que se apresentam em arraiais juninos
> não ganhariam a vida com o suor de sua arte. Os sanfoneiros
> Dominguinhos e Flávio José, os intérpretes Jackson do Pandeiro,
> Genival Lacerda, Marinês, Elba Ramalho, Santana Cantador e Alcimar
> Monteiro e compositores como Antônio Barros e Cecéu, Maciel Filho,
> Onildo Almeida e Patativa do Assaré são filhos profissionais de
> Gonzagão.
>
> A importância de Gonzaga no show business brasileiro só se compara com
> a da geração de sambistas da Época de Ouro dos anos 30 do século
> passado – Noel Rosa, Assis Valente, Ary Barroso, Cartola e Sinhô,
> entre tantos outros – inventaram o maior espetáculo do mundo, o samba
> carioca. E, um decênio depois, o sucesso do baião transportou os ecos
> da caatinga para os estúdios de emissoras de rádio e televisão e
> gravadoras.
>
> Este sucesso lhe deu majestade e o torno o grande símbolo da diáspora
> nordestina. Todas as gerações de autores e intérpretes originários do
> Nordeste – Manezinho Araújo, Zé Ramalho, Fagner, Alceu Valença,
> Geraldinho Azevedo, Caetano Veloso e Gilberto Gil, só para citar os
> exemplos mais óbvios – beberam na obra ele para produzirem a deles.
>
> É, pois, signo de burrice e insensibilidade privar São Paulo, a maior
> cidade nordestina do mundo, de lembrar a voz que trouxe os aboios das
> quebradas para as esquinas de concreto. Uma virada sem Gonzaga não é
> paulistana de verdade.
>
> (Publicada no Caderno 2+música Pag.D 7 do Estado de S. Paulo de sábado
> 5 de maio de 2012)

Inédito e Sensacional – Artesão Sertaniense com Necessidades Especiais produz obras incríveis


Imagine o camarada nascer com as duas pernas amputadas do joelho prá baixo e numa das mãos ter dois dedos colados. Na outra ter apenas uma bola de carne pendurada. Isso há mais de cinquenta anos atrás, em plena zona rural de Sertânia. O seu futuro seria certamente pedir esmolas, ser sustentado por algum parente ou esperar uma aposentadoria do governo.

Severino Romeu de Melo, Biu da Fazendinha, não aceitou essa que poderia parecer sua sina. De uma família de gente inteligente e estudiosa, os Patu, de Roberto Patu, Rosali Patu, Rômulo Patu (essa reserva moral e cultural de nossa terra), Álvaro e Tota Góis, Biu foi autodidata já na alfabetização.Aprendeu a ler sozinho em folhetos de cordel. Aos poucos começou a produzir suas peças utilitárias e estéticas: marreta, figa, depois carro-de-boi, bode, casa-de-farinha. Aos poucos tomou coragem e foi comercializando no Posto Rodoviário de Cruzeiro do Nordeste. Passou a vida mantendo o seu sustento desta forma.

Biu tem uma relação com o artista mineiro Aleijadinho, que mesmo com necessidades especiais, produziu esculturas maravilhosas nas cidades históricas. Biu, artesão especial, nascido e criado no Sítio Fazendinha, próximo aos coqueiros, cria suas obras a partir do imaginário do homem sertanejo do Moxotó, o seu entorno.

Biu é uma figura, já foi boêmio, tomador de cerveja e meio farrista. Fala bem, conversa articulada, gosta de ler e de boa música. Filiado ao PCB – Partido Comunista Brasileiro, mas, quase não fala sobre política. Seu terreiro mesmo é arte, inspiração, Sertão.

Biu Aleijadinho é mais uma das joias que Sertânia tem escondidas, mas que precisam ser descobertas e exibidas para orgulho do nosso povo, por ser de uma cidade de poetas, escritores e artistas.
BIO-202

30ª SEMANA ESTUDANTIL