NOTA DE UTILIDADE PÚBLICA

VAMOS CIRCULAR

O  JORNAL  DA REDE GLOBO MOSTROU UMA REPORTAGEM SOBRE O HOSPITAL DOS OLHOS DE SOROCABA. 


ESSE HOSPITAL É DA MAÇONARIA, SEM FINS  LUCRATIVOS.





TELEFONE - (15)  3212-7009  - DE 2ª A 6ª FEIRA 

ATENCIOSAMENTE,
 
DR. EDUARDO  BEZERRA -MÉDICO 
REPASSANDO DE MÃO EM MÃO ESTE E-MAIL PODERÁ CAIR NA MÃO DE ALGUÉM QUE CONHEÇA UMA PESSOA QUE ESTÁ A ESPERA DE CÓRNEAS. ELA PODE ENTRAR   EM CONTATO COM O HOSPITAL OFTALMOLOGICO DE SOROCABA -SP E SE CURAR! 
AS  CÓRNEAS NÃO UTILIZADAS ESTÃO SENDO JOGADAS FORA POR PASSAREM DO TEMPO DE  UTILIZAÇÃO  E VALIDADE ! 
ENTRETANTO, ESSE HOSPITAL ESTÁ REALIZANDO SOMENTE CERCA DE 120 (CENTO E  VINTE) TRANSPLANTES POR MÊS, DEVIDO A FALTA DE PACIENTES. 
ELE É CONVENIADO COM O SUS, E TEM CAPACIDADE PARA  REALIZAR CERCA DE 300 (TREZENTOS) TRANSPLANTES DE CÓRNEAS POR MÊS, POIS HÁ UM ESTOQUE DE CÓRNEAS SUFICIENTE PARA A REALIZAÇÃO DOS MESMOS. 
 

Vai ter forró de categoria

Um programa de final de semana maravilhoso, Forró de categoria.

Os Pariceiros vai armar sua tenda de Forró no ginásio do colégio cardeal próxima sexta 03/06/11 as 22h, entrada 5R$ antecipada e 8R$ na Hora. Informações (87)9137-0738.

Saudações sertanejas a todos e a todas.
nos vemos por lá.
até mais ver.
George Silva.

A meia impunidade de Palocci

> nenhuma lei
>
> José Nêumanne
>
> Nos EUA há legais e fora da lei: no Brasil excesso de normas permite a
> alguns ficarem acima delas
>
> Há um paralelo que não pode ser omitido entre a prisão do diretor do
> Fundo Monetário Internacional (FMI), em Nova York, e a crise
> deflagrada em pleno centro do poder republicano no Planalto Central do
> Brasil pela constatação de que o patrimônio da empresa de assessoria
> do chefe da Casa Civil cresceu 20 vezes nos quatro anos em que
> hibernou entre dois ministérios.
>
> Nos Estados Unidos dos pais fundadores da Revolução Americana de 1776,
> o favorito à eleição presidencial da França, em cujas mãos repousavam
> as esperanças da retirada do Primeiro Mundo da crise, Dominique
> Strauss-Kahn, foi preso ao tomar o avião que o levaria para fora do
> país, sob a acusação de tentativa de estupro da camareira de um hotel.
> No Brasil contemporâneo, o governo a que Antônio Palocci serve faz o
> possível e o impossível para evitar que este se explique sobre delito
> que jura que ele não cometeu e do qual é acusado pela oposição, que,
> por sua vez, não consegue definir qual poderá ter sido a norma legal
> que teria sido atropelada. Logo, o figurão petista corre o risco de
> perder posto e poder por sua fragilização política, mas não passa pela
> cabeça de ninguém que algum dia ele venha a responder por qualquer um
> dos crimes de que foi acusado, de vez que estes não foram tipificados.
> No Estado Democrático de Direito ao norte do Rio Grande, iguais
> perante a lei, cidadãos dividem-se em legais e fora da lei. Na
> República petê-lulista, assim como nas modalidades de antes, os
> nativos distinguem-se entre condenados a cumprir a lei e os que ficam
> acima da ordem que eles próprios impõem.
>
> O policial que frustrou a ascensão do futuroso político e gestor
> providencial do capitalismo de nossos tempos não pensou um segundo que
> fosse no currículo brilhante do detido nem nas dificuldades que os
> países industrializados mergulhados na crise passarão a ter com a
> perda do cérebro privilegiado que poderia tirá-los do sufoco. A
> Strauss-Kahn não se deu nenhuma chance de aplicar uma carteirada
> tupiniquim do gênero “você sabe com quem está falando?”, mantra dos
> poderosos pilhados em flagrante no Brasil desde as capitanias
> hereditárias até a atual democracia de massas. Nem lhe coube vacilar
> movido por quaisquer considerações de ordem estratégica: o maganão foi
> preso porque violou a lei.
>
> Contra o equivalente nacional ao caso do impetuoso “galã” gaulês não
> pesa nenhum dispositivo legal. Na prefeitura de Ribeirão Preto,
> Palocci protagonizou alguns escândalos que foram sepultados em nome de
> um antigo auxiliar visitado antes da hora pela Indesejada das Gentes.
> Avalista de sensatez do pretendente do Partido dos Trabalhadores (PT)
> à Presidência da República em 2002, o sanitarista tornou-se padrinho
> do casamento de Luiz Inácio Lula da Silva com a ortodoxia dita
> neoliberal e, em consequência, com a higidez fiscal. E, nessa
> condição, assumiu pose e poder de czar da economia. Mas o escândalo
> bateu-lhe à porta novamente, acusado que foi de participar de um grupo
> de companheiros caipiras que alugaram uma mansão suspeita em área
> nobre da capital.
>
> Como ocorreu com Fernando Collor de Mello e Paulo Maluf, nada foi
> provado contra ele. Ainda assim, Palocci caiu do telhado, deixando o
> Ministério da Fazenda livre para um quadro técnico do PT infinitamente
> inferior a ele em força e prestígio. E perdeu a chance de ser ungido
> sucessor pelo chefe, abrindo caminho para Lula eleger Dilma. Mas a
> tentativa grotesca de desqualificar o depoimento definitivo contra sua
> presunção de inocência, devassando de forma truculenta e asquerosa o
> sigilo fiscal do caseiro Francenildo dos Santos Costa, não o impediu
> de voltar à Câmara dos Deputados e ocupar posto de relevo na campanha
> vitoriosa da petista à Presidência da República. As mãos manchadas, no
> mínimo, pela injusta perseguição ao modesto trabalhador contra quem
> jogou seu peso de todo-poderoso sobre um insignificante súdito
> continuam livres para agir enquanto sua presença no alto comando
> republicano não passar a ser mais perniciosa do que útil.
>
> O ex-prefeito sob suspeita, ministro da Fazenda destronado por um
> escândalo e chefe da Casa Civil ameaçado por outro, formalmente, não
> violou a ordem jurídica. Afinal, no Estado Democrático de Direito à
> brasileira não há normas que regulem o lobby nem autoridade disposta a
> fazer cumprir os dispositivos legais que, em teoria, reprimem o
> tráfico de influência. Aqui não se leva a sério o ancestral axioma
> romano segundo o qual à mulher de César não basta ser honesta, deveria
> parecê-lo. “Afinal, eu nem me chamo César”, diria o melhor aluno da
> classe na escola do professor Lulinha.
>
> Contra ele só conspira o fato de que patos mancos não nadam nos lagos
> palacianos de Brasília. O governo capaz de mandar seu bate-pau
> Vaccarezza postar agentes de segurança à porta das comissões para
> impedir reuniões que pudessem aprovar sua convocação para depor – uma
> violência nunca antes praticada nem mesmo por Hitler e Mussolini –
> despejará Palocci quando ele se tornar insustentável. E, então, nos
> arraiais oposicionistas tremularão bandeirolas festivas numa tentativa
> de esconder o fato de que, se sobra truculência nas hostes
> governistas, falta competência nas que fingem se opor. Fingem, sim,
> pois não há registro histórico de nenhum esforço de partido algum, da
> direita ou da esquerda, quando no governo ou na dita oposição, para
> tratar o tráfico de influência em cargos de poder pelo nome certo:
> crime. A meia impunidade que não impede que Palocci venha a perder o
> lugar quando se tornar mais inconveniente do que necessário o libera
> de punições de quaisquer naturezas na Justiça. E também garante a
> liberdade dos adversários que almejam postos no poder para repetir sua
> façanha de consultor de formidável êxito.
>
> No faroeste nacional, não há mocinhos nem vilões. Há, sim,
> beneficiários de uma ordem em que leis demais permitem que elas não
> atinjam alguns poucos.
>
> Jornalista, escritor e editorialista do Jornal da Tarde
>
> (Publicado na Pág A2 do Estado de S. Paulo na quarta-feira 25 de maio de 2011)

Lavar Recicláveis Antes de Jogar no Lixo Não é Desperdício

Por Lydia Cintra, 11 maio 2011

    A maior parte das embalagens que usamos em casa, como uma garrafa de suco ou uma lata de creme de leite, acumula restos orgânicos. Essas sobras precisam ser retiradas antes do descarte. É importante que as embalagens estejam, inclusive, para evitar mau cheiro e proliferação de insetos. Mas aí você pode questionar que, para lavar essas embalagens, há gasto de água – e, portanto, desperdício. Alguns argumentos mostram que não é bem assim.


 A vazão de uma torneira é de aproximadamente 9 litros por minuto. Isso quer dizer que, se você ficar 2 minutos com a torneira aberta lavando os recicláveis, poderá gastar cerca de 20 litros. É bastante? Sim. Se você bebe 2 litros de água por dia, por exemplo, essa é a quantidade consumida ao longo de quase dez dias. Porém, a lógica se inverte se você decidir que economiza água se tascá-la no lixo comum. Por quê?   

Primeiro: ela vai ocupar um espaço que já está no limite. No Brasil, espaços destinados a aterros pedem socorro. Segundo a última Pesquisa Nacional de Saneamento Básico do IBGE, 50,8% dos municípios brasileiros destinam seus resíduos de forma incorreta em lixões – que devem deixar de existir no Brasil até 2015, de acordo com a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS). A mudança desse quadro de esgotamento dos locais que recebem o lixo é estrutural e urgente, mas parte da solução também está na forma como consumimos. Quanto menos lixos nesses lugares, melhor.


Segundo: A água é um recurso natural consumido em todas as etapas da cadeia de produção de embalagens, que incluí extração de matéria-prima, desenvolvimento do produto fabricação, transporte, distribuição, compra e uso pelo consumidor final. Por isso, a quantidade de água gasta para lavar a embalagem e descartá-la corretamente é bem menor do que a utilizada no seu processo de fabricação.


Terceiro: para cada embalagem que não é reciclada nem reutilizada, outra nova entra no mercado. Lançar no lixo comum objetos que podem ser reciclados é colocá-los na natureza sem direito a uma segunda chance de uso. Pior ainda quando sabemos que artigos como latas de alumínio demoram até 500 anos para se decompor e sacos e copos plásticos até 450 anos. Tempo demais.

E você? Como faz com o seu lixo reciclável?

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/2011/05/11/lavar-os-reciclaveis-ou-joga-los-no-lixo-comum-para-nao-gastar-agua/



A limpeza das embalagens destinadas para reciclagem não é bem uma “lavagem”, mas um “passar uma água” para retirar o excesso de alimento que realmente se transforma em vetor de doenças. Tanto para quem vai manusear o material (o/a catador/a), quanto para jogar fora mesmo (no aterro). Passar uma água, portanto, é somente uma questão de higiene e saúde pública.

Nenhuma empresa de reciclagem vai encaminhar o material que recebe sem passar por um processo de lavagem na própria empresa. Quando o material chega e está sujo a empresa tem que incorporar no processo de reciclagem elementos químicos que servem de catalisadores para a limpeza dos resíduos orgânicos que ainda persistem em“grudar” no material reciclável, seja ele vidro, metal ou plástico.
Assim vejamos:

• Resíduos Lavados:
o Higiene e saúde;
o Pequeno gasto com água;
o Diminui a quantidade de produtos químicos para limpeza do material a ser reciclado nas indústrias;
o No caso de destinação aos aterros não se transformam em vetores de doenças;
o Não gera mau cheiro quando dentro das residências, contêineres e caminhões de coleta.
• Resíduos Sujos:
o Transformam-se em vetores de doenças pela putrefação dos resíduos orgânicos em seu interior;
o Falta de higiene;
o Economiza água;
o Geram muito mau cheiro dentro de residências, contêineres e caminhões de coleta.
Assim, apesar de haver um pequeno gasto de água, o processo beneficia toda a cadeia.

Esperamos ter contribuído.



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30ª SEMANA ESTUDANTIL