Fundação Joaquim Nabuco lança Documentário inédito sobre Hermilo

LANÇAMENTO DIA 5 - DEZEMBRO

Documentário inédito Hermilo no Grande Teatro do Mundo

Reedição da Tetralogia Um Cavalheiro da Segunda Decadência

Hermilo no Grande Teatro do Mundo é o primeiro documentário realizado sobre o múltiplo artista Hermilo Borba Filho (1917 - 1976). É parte do DVD Coleção Teatro Volume 3 - Hermilo Borba Filho, da Fundação Joaquim Nabuco / Massangana Multimídia Produções. Dirigido e roteirizado pela jornalista e dramaturga Carla Denise, apresenta os principais aspectos da vida e obra de Hermilo, com trechos de depoimento filmado em 1973 e redescoberto pela diretora.

Exibição seguida do lançamento da Tetralogia Um Cavalheiro da Segunda Decadência, pela Editora Bagaço. Dia 5 de dezembro, às 19h, na Fundação Joaquim Nabuco (Edf. Ulysses Pernambucano. Rua Henrique Dias, 609, Derby, Recife-PE). ENTRADA FRANCA.

Programação
Dia 5 Dez

19h - Cinema da Fundação: Exibição de Hermilo no Grande Teatro do Mundo (Cor, 52 min, 2010)

20h - Jardim interno do Edifício Ulysses Pernambucano: Lançamento do DVD Coleção Teatro Volume Três - Hermilo Borba Filho e da reedição da Tetralogia
Coquetel

Carla Denise
Coord. Direção e Criação - MMP
Fundação Joaquim Nabuco

MY SWEET LORD...(10 ANOS SEM GEORGE HARRISON)

Dez anos depois da morte de George Harrison, que se completam nesta terça-feira, a reedição de sua música e o olhar de um de seus admiradores mais ilustres, o cineasta Martin Scorsese, contribuem para libertar o beatle mais enigmático da sombra de John Lennon e Paul McCartney.
Harrison morreu de câncer aos 58 anos no dia 29 de novembro de 2001 em um hospital de Los Angeles. Sua longa batalha contra a doença lhe permitiu cumprir seu objetivo de preparar a consciência "no momento em que devia abandonar seu corpo", relata sua viúva, a mexicana Olivia Trinidad Arias, no documentário recentemente lançado por Scorsese, "Living in the Material World".
Vamos a 1965. Os Beatles rodam com Richard Lester seu segundo longa-metragem, "Help". A disparatada trama inclui uma cena em um restaurante indiano, onde a banda saboreia a refeição ao som de músicas tradicionais.

Harrison que, quando terminaram de filmar a cena, começou a tocar os instrumentos deixados pelos músicos indianos e que se sentiu atraído por aquele som diferente. Não pensou duas vezes e foi a uma loja comprar um sitar.
Teve a oportunidade de utilizá-lo logo após as sessões do álbum "Rubber Soul", quando buscavam uma correção para "Norwegian Wood", composição de Lennon que não emplacou no início. Foi uma grande descoberta: com esses sons orientais, a música pop dava um salto para horizontes insuspeitados.
Harrison encontrou na música indiana um caminho de afirmação artística para se destacar dos colossais Lennon e McCartney e de busca espiritual, num momento em que começava a sofrer os efeitos da asfixiante fama do grupo.
Foi guiado por Ravi Shankar, o grão-mestre da música tradicional indiana, que lhe introduziu nas técnicas do sitar e na meditação transcendental.
Harrison não se conformou em incorporar novos sons aos discos dos Beatles - em temas como "Love You To", do álbum "Revolver", e "Within You Without You", do álbum "Sgt. Pepper" -, mas arrastou todo o grupo à Índia em 1968 para seguir as doutrinas do guru Maharishi Mahesh Yogi sobre meditação.
As contribuições do "pequeno George", o "irmão caçula" do grupo, ganharam em consistência nos últimos álbuns dos Beatles.
Em sua recente biografia do grupo, o engenheiro de som Geoff Emerick, que reconhece que nunca teve boa química com Harrison, destaca que o guitarrista manteve uma trajetória artística ascendente que o levou a compor obras-primas do período final dos Beatles, como "Something" e "Here Comes The Sun".
Nos últimos tempos, o produtor artístico dos Beatles, George Martin, lamentou não ter prestado mais atenção às composições do guitarrista, que foi acumulando material à espera de poder emplacar seus temas entre os que levavam a assinatura Lennon-McCartney.
Harrison se vingou após a dissolução do grupo, quando deu rédeas soltas a toda sua criatividade em "All Things Must Pass" (1970), o monumental triplo LP que é considerado a melhor obra de um beatle sozinho.
Em 1971, promoveu em Nova York o primeiro megashow beneficente da história, em favor das vítimas das inundações em Bangladesh. O chamado The Concert for Bangladesh reuniu estrelas como Eric Clapton, Bob Dylan e até o ex-beatle Ringo Starr.
Sua poliédrica personalidade não o impediu de misturar o material e o espiritual. Harrison comprou um palácio inglês para viver e percorreu circuitos de todo o mundo guiado por sua paixão pelos carros de corrida.
Seus problemas com cocaína e sua personalidade mulherenga são revelados de maneira sutil por Scorsese, que apresenta o guitarrista também como um catalisador artístico capaz de reunir nos anos 1980 as lendas Bob Dylan, Roy Orbison, Tom Petty e Jeff Lynne no quinteto dos sonhos Travelling Wilburys.
Nos últimos anos, também veio à tona sua faceta de produtor cinematográfico, que financiou os arriscados e ousados projetos de humor dos Monty Phyton.
Harrison nunca abandonou sua paixão pela música, mas jamais se sentiu tão à vontade em um palco como o hiperativo Paul McCartney. Sofreu o lado mais obscuro da fama quando foi atacado com uma faca por um doente mental em sua própria casa em 1999, quase 20 anos depois do assassinato de John Lennon.
Sobreviveu, mas os ferimentos complicaram o câncer de pulmão que já sofria. Morreria dois anos depois, convencido, como dizia em sua canção, de que "todas as coisas devem passar".
Desde então, as reedições dos álbuns dos Beatles e de seus discos solo facilitaram novas leituras do legado de um artista que buscou um caminho além da fama e que abriu ao mundo sua fascinante vida interior.

Na luta contra o arbítrio oculto

> Oi,
>
> Segue resenha de minha autoria publicada domingo na Editoria de
> Política do Estadão:
>
> Livro de Gilmar Mendes esmiúça luta contra arbítrio oculto
>
> Em Estado de Direito e Jurisdição Constitucional, ministro expõe
> posições que tomou no Supremo em nome do Estado de Direito
>
> José Nêumanne
>
> O livro ]Estado de Direito e Jurisdição Constitucional 2002-2010, do
> ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, publicado
> pela Editora Saraiva em parceria com o Instituto Brasiliense de
> Direito Público (IDP), relata um momento de capital importância para a
> cidadania no Brasil de hoje. Trata-se de um cartapácio de 1.451
> páginas, impresso em papel bíblia em formato 16/23, a R$ 160, e não
> pode ser lido como uma peça de ficção nem um manual de autoajuda.
> Aliás, autor e editores não devem sequer esperar que o volume seja
> lido do começo ao fim, como qualquer outro livro. É tipicamente um
> compêndio de consultas e foi feito para que o leitor tenha acesso a
> julgamentos relevantes feitos no STF nos oito anos que abarca. A
> vantagem é que o texto não foi lavrado em “jurisdiquês”, idioleto que
> dificulta sua compreensão, mas na velha flor do Lácio que Camões
> engendrou.
>
> Com clareza e erudição, Gilmar Mendes expôs no livro as posições que
> tomou em nome de conceitos fundamentais à sobrevivência do Estado
> Democrático de Direito, mesmo pondo a cara para bater em temas de
> pouco agrado e até de desagrado total da maioria, motivando, por isso,
> ondas de protestos de seus críticos. A obra é enciclopédica, ao
> abordar temas como os riscos da instalação de um Estado policial pela
> intromissão da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em
> investigações da PF, crimes ambientais, liberdade de imprensa e
> profissão de jornalista, moralidade administrativa e nepotismo,
> demarcação de terras indígenas, plano Bresser, trabalho escravo,
> célula tronco, renúncia de mandato parlamentar e sucessão pelo
> suplente, papel do Senado Federal, estatuto da criança e do
> adolescente, foro especial por prerrogativa de função, liberdade de
> expressão e crime de racismo, direito à saúde, abuso no uso de algemas
> e exposição vexatória do preso (suspeito ou não), além das operações
> Castelo de Areia, Navalha, Furacão e Satiagraha.
>
> A democracia foi uma dura conquista do povo brasileiro depois de
> conviver anos com o arbítrio de uma ditadura militar e tecnocrática e
> convivido com a demagogia do populismo nos interregnos democráticos de
> uma história republicana em que o arbítrio foi a regra e a liberdade,
> exceção. O desmoronamento da ditadura e a instalação de um Estado
> Democrático de Direito digno desta denominação, contudo, levaram à
> ilusão de que este passado não voltaria. Mas os agentes do Estado,
> mesmo sob a vigência das liberdades políticas, buscam sempre impor uma
> espécie de arbítrio oculto na tentativa permanente de reduzir os
> direitos do indivíduo em detalhes de aparente insignificância no
> dia-a-dia. A manutenção da democracia pelo respeito aos direitos
> soberanos do cidadão é tão difícil quanto a derrubada da ditadura e o
> livro de Mendes esmiuça os bastidores destes conflitos permanentes
> neste nosso período de transição.
>
> Trata-se, portanto, de um relato histórico de dentro e do alto da
> resistência do Estado Democrático de Direito às sedutoras investidas
> do absolutismo e da “democratice” demagógica. No texto, fluente apesar
> de embasado em profundo conhecimento da técnica jurídica, o cidadão
> comum - e não apenas os profissionais do Direito, para os quais sua
> leitura é indispensável, e historiadores e sociólogos, pelo que contém
> de informação séria -, conhecerá a guerra renhida travada diariamente
> para que os direitos que conquistou sejam mantidos e respeitados.
>
> O leitor precisa ter sempre presente o fato indiscutível de que os
> julgamentos proferidos por Gilmar Mendes no STF de 2002 a 2010 não são
> perfeitos e indiscutíveis, pois o ministro é um ser humano e, como
> tal, passível de erro como qualquer um de nós. No entanto, a defesa
> que fez de suas convicções e de alguns direitos inalienáveis das
> partes dos processos que julgou na última instância foram coletados e
> impressos numa ajuda à compreensão do tempo em que vivemos. E neste é
> necessário preservar a memória da luta pela liberdade do indivíduo,
> ameaçada pelo peso e pela força repressora e invasiva do Estado.
> Concordando ou discordando com as ideias  do autor, o leitor deve ter
> em conta que a democracia não persegue a perfeição, mas o convívio
> civilizado com o imperfeito.
>
> Jornalista, escritor e editorialista do Jornal da Tarde
>
> (Publicado na Pag.A12 do Estado de S. Paulo de domingo 27 de novembro de 2012)

PREMIADO ROMANCE AMAZÔNICO GANHA VERSÃO E-BOOK - O BRA JÁ FOI LANÇADA EM LISBOA

Escrito por Carlos Correia Santos, "Velas na Tapera" tem como pano de fundo o polêmico projeto que a Cia. Ford desenvolveu em plena Amazônia nos anos 20. Livro está à disposição de leitores da França, Alemanha e Reino Unido.

A literatura produzida na Amazônia chega ao suporte virtual de modo pioneiro. O premiado romance "Velas na Tapera", do escritor Carlos Correia Santos acaba de ganhar versão em e-book publicada pela Pubon Soluções Editoriais. Já lançada em Lisboa, no início deste ano, a obra agora pode ser adquirida por internautas na loja virtual Amazon.com. O e-book está disponível na Amazon francesa, alemã e do Reino Unido.
Emoldurado por referências sobre um dos mais polêmicos projetos industriais já realizados na História recente, "Velas da Tapera" foi autografado por Correia na capital lusitana no dia 06 de junho em um recital lítero-musical promovido pela FNAC Chiado, com apoio da Embaixada do Brasil em Portugal e produção de Fercy Nery e Rita Pestana, representantes na Europa do escritor brasileiro. O evento contou com mostra de música a cargo de Fercy Nery (na voz e violão) e Attila Argay (na bateria). A programação incluiu ainda um bate-papo com o autor. O livro também integrou uma ação de fomento à leitura promovida pela ONG lisboeta EpDAH e foi enviado a leitores do Timor Leste.
Resultado de seis anos de pesquisa, "Velas na Tapera" tem como pano de fundo a colossal história de Fordlândia, núcleo urbano erguido pela Cia Ford nos anos 20, em plena selva amazônica, para produção de látex destinado à fabricação de pneus que seriam utilizados pela poderosa empresa automobilística. O projeto acabou abandonado depois que a plantação de seringueiras foi atacada por uma praga. É pelo cenário da abandonada cidade americana, em meio ao ermo da mata, que transitam os personagens da narrativa. Em especial, Rita Flor.
O DRAMA
Rita perde sua filha de seis anos. Após um misterioso incêndio em sua tapera, ela acredita que sua menina virou uma milagreira e decide construir uma capela em sua homenagem. A jovem não tem dinheiro para cumprir seu intento. O único caminho que lhe resta é prostituir-se. O sagrado e o profano deitam-se na mesma cama.  Em meio ao vazio e ao desencanto que transformam Forlândia numa vila fantasmagórica, Rita vende seu corpo para santificar a filha.
"Velas na Tapera" venceu em 2008 o Prêmio Dalcídio Jurandir, promovido pela Fundação Tancredo Neves (FCPTN), um das mais importantes entidades culturais da região amazônica. A obra tem prefácio assinado pelo romancista José Louzeiro (autor de clássicos da literatura brasileira, como Pixote e Lúcio Flávio - O Passageiro da Agonia) e orelha assinada por Olga Savary (uma das mais importantes poetas brasileiras, considerada a introdutora do hai-kai nas letras nacionais.
"Sinto que é uma honra em todos os sentidos poder ver meu livro lançado em Portugal, encaminhado ao Timor Leste e agora transformado em e-book distribuído em lojas virtuais na França, Alemanha e Reino Unido. Primeiro porque consigo provar que, mesmo sem a cobertura de mercado de uma grande editora, é possível fazer circular a produção literária. O romance chegou aos leitores graças a um prêmio. Foi editado por uma fundação amazônica e está trilhando um caminho sólido", ressalta Correia. E ele complementa: "Essa possibilidade de intercâmbio também é sempre fascinante. Para quem cria narrativas em língua portuguesa é uma experiência emocionante poder levar seus ditos não apenas ao país berço do idioma com o qual labuta como a diversos outros lugares do mundo".
Em breve, o trabalho de Correia também chegará à África. Em 2009, o romancista e dramaturgo venceu o concurso Literatura para Todos, promovido pelo Ministério da Educação do Brasil, com a peça infantil "Não Conte com o Número Um no Reino de Numesmópolis". O trabalho está sendo editado numa coleção com tiragem de 300 mil exemplares que serão distribuídos em escolas brasileiras e africanas.
NOVO ROMANCE
Já na esteira dos êxitos de "Velas", Carlos se prepara para divulgar outra de suas narrativas longas. Seu novo romance "Senhora de Todos os Passos", foi um dos vencedores do Prêmio IAP de Edições Literárias 2011 (Prêmio Haroldo Maranhão). A obra será editada e lançada até o fim deste ano. O livro conta a saga da ousada e espirituosa Maria Xavier, personagem inspirada na avó do autor. A trama faz um imenso passeio por episódios importantes da História nordestina e amazônica. Do Recife dos anos 20, passando pelas ladeiras de Olinda na década de 50, até o barro da Transamazônica dos idos de 1970, seres fictícios e várias personalidades reais cruzam o infindável caminho de Maria Xavier. Correia transfor ma em personagens do livro figuras como Bajado, Catulo da Paixão Cearense, Irmã Dulce, Corisco, Dadá, Dulcina de Moraes e até Dorothy Stang.
Esta é a terceira vez que Carlos ganha o Prêmio IAP. Em 2003, ele venceu a categoria dramaturgia com o texto da peça "Nu Nery" (cuja montagem já foi apresentada em várias cidades brasileiras, graças à Caravana Funarte Petrobras de Circulação Nacional). Em 2008, outra peça sua foi laureada: o texto "Batista".
ANO BOM
O ano de 2011 tem sido produtivo para Correia. Além do recente prêmio do IAP, da edição em e-book de "Velas na Tapera" e de seu lançamento em Portugal, além de ter duas peças suas apresentadas com bastante êxito em São Paulo ("Perfídia Quase Perfeita" e "A Fábulas das Águas", montadas pela Cia. Fé Cênica), Correia conquistou o segundo lugar geral da quarta edição do concorrido Seleção Brasil em Cena, edital de fomento à nova dramaturgia brasileira, promovido pelo Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro (CCBB). Carlos foi o único autor da região Norte escolhido para o projeto. O certame selecionou também um escritor do Nordeste. Os demais foram das regiões sul e sudeste. A obra com que Carl os Correia foi destacado é o monólogo "Um é Multidão". Essa foi a segunda vez que o paraense participou da iniciativa. Em 2007, o escritor também foi selecionado para o concurso justamente com sua comédia "Perfídia Quase Perfeita".

Dilma: Salve a Amazônia!

Caros amigos do Brasil,


Esta semana, a Presidente Dilma Rousseff tem o futuro da Amazônia em suas mãos. Ela pode aprovar o novo Código Florestal, que abriria extensas áreas da floresta para o desmatamento e aumentaria dramaticamente a violência na região. Somente a pressão massiva do público vai forçá-la a vetar o novo texto e proteger a Amazônia. Já fizemos isso antes -- clique aqui para encher a caixa de emails da Dilma com mensagens e para salvar nossas florestas!

Sign the petition
Esta semana nossa Presidente pode aprovar o novo Código Florestal que colocaria a Amazônia e seus protetores em grande perigo.

Ativistas ambientais foram assassinados e os ruralistas no Congresso estão fazendo uma campanha desavergonhada para que a Presidente Dilma Rousseff sacrifique nossas florestas. Mas quando mais de 1.2 milhões de pessoas se mobilizaram, conseguimos adiar o texto no Congresso, e convencer conselheiros presidenciais a se pronunciarem. Agora o futuro da Amazônia está na caneta da Dilma. Somente uma pressão massiva do público pode fazer com que ela proteja nossas florestas e rejeite a política de ameaças e intimidação.

Os próximos dias são cruciais -- vamos mostrar à Dilma que várias pessoas em todo o Brasil querem que ela vete esse texto retrógrado e preserve o Brasil como um lugar lindo. Clique para enviar uma mensagem diretamente para a caixa de emails da Dilma, para impedir o desmatamento e salvar a Amazônia -- em seguida encaminhe esse email para todos:

http://www.avaaz.org/po/save_the_amazon_sam/?vl

79% dos brasileiros querem que a Dilma vete as mudanças no Código Florestal. Ambientalistas dizem que a nova lei pode levar a perda de 175 milhões de acres de floresta, quase o tamanho dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro juntos, e garantiria anistia para fazendeiros que destruiram florestas ilegalmente no passado. É o sinal verde para a destruição total da Amazônia.

Os ruralistas jogaram pesado no Congresso, e a tensão já aumentou nas áreas da floresta, ao passo que madeireiros ilegais e fazendeiros ameaçam, agridem e até mesmo assassinam indígenas e ativistas ambientais. A aprovação do Código Florestal pode aumentar sem medidas estes confrontos e criar uma era sombria de exploração e descuido.

Nossa nação goza de uma boa reputação climática, mas a aprovação do Código Florestal pode danificar seriamente a liderança global do Brasil -- particularmente chocante devido ao fato de que hospedaremos a Conferência da Terra Rio+20 no ano que vem. Se a Presidente Dilma assinar o Código Florestal, ela vai tornar impossível o cumprimento das nossas metas internacionais de redução do desmatamento em 80% em 2020, tornando-se a atriz principal na destruição dos pulmões do planeta.

Temos apenas alguns dias para dar à Dilma o apoio público que ela precisa para se posicionar contra a pressão política. Tanto agora como em outras ocasiões, mostramos que nossas assinaturas são mais fortes do que a maioria dos interesses corruptos e egoístas -- vamos lembrar a Dilma do poder de sua caneta para salvar as florestas e a saúde do futuro do mundo. Envie sua mensagem para Dilma agora -- e em seguida compartilhe esse email com todos!

http://www.avaaz.org/po/save_the_amazon_sam/?vl

Nos últimos três anos, os membros da Avaaz no Brasil deram grandes passos em direção ao mundo que queremos. Amanhã nos juntaremos a corajosos líderes indígenas, movimentos sociais e crianças para entregar nossa massiva petição de 1.2 milhões de assinaturas para o gabinete da Dilma. Mas, nossa força será duplicada se todos nós enviarmos mensagens diretas para Dilma proteger a Amazônia, nosso mais precioso recurso global.

Com esperança e determinação,

Stephanie, Diego, Alice, Ricken, Wissam, Caroline, Wen-Hua e toda equipe da Avaaz

Mais informações:

Bancada ruralista se reúne com ministro para discutir reforma do Código Florestal (Portal R7)
http://noticias.r7.com/brasil/noticias/bancada-ruralista-se-reune-com-ministro-para-discutir-reforma-do-codigo-florestal-20111122.html

Entenda as principais polêmicas do Código Florestal (BBC Brasil)
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/11/111122_codigo_florestal_qa_mdb.shtml

Novo texto do código florestal desagrada a ambientalistas e ruralistas (Época)
http://colunas.epoca.globo.com/ofiltro/2011/11/22/novo-texto-do-codigo-florestal-desagrada-a-ambientalistas-e-ruralistas/

Marina critica relatório de Jorge Viana sobre Código Florestal (Último Segundo) http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/marina-critica-relatorio-de-jorge-viana-sobre-codigo-florestal/n1597380475633.html

Brasil perde para outros Brics na hora de proteger suas florestas (Folha de São Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1010629-brasil-perde-para-outros-brics-na-hora-de-proteger-suas-florestas.shtml

Risco de perda de área florestal no Brasil é do tamanho da Alemanha, Itália e Áustria (em inglês) (Telegraph)
http://www.telegraph.co.uk/earth/environment/8910675/Brazil-risks-loss-of-forest-area-equal-to-Germany-Italy-and-Austria.html

30ª SEMANA ESTUDANTIL