Se a internet nos condiciona, sem aprisionar, à mais dinâmica das leituras, VOCÊ consegue PENSAR no que está olhando na telinha enquanto raio da silibrina?
Se v. não se habituar a escrever, como se fosse escritor profissional impactante, tal Raimundo Carrero ou Ronaldo Correia Brito, tudo poderá tornar-se mais um ócio narcisista? Pense no profissionalismo à deriva de premiações, resenhistas e o que mais?
Dúvidas? Por que não? Espaço em branco para intervenções...
Por que v. , da web instantaneidade, não procura compreender a poeticidade intersemiótica de O BONECO ÍNTIMO do Paulo Fernando Craveiro? Literatura pelo fluxo de imagens cinematográficas em diálogo com o texto ficcional. PENSE mais.
Enquanto divagamos sem pressa, a retórica inflamável do Arnaldo Jabor zomba de nossa falência crítica? Além das dores do mundo e demandas reeleitorais?
É possível distinguir a dissipação comportamental das cognitivas dissonâncias?
Tudo pela suprema infelicidade dos paradoxos? E do que mais?
Todos os blogs maledicentes não valem um gesto poderoso de Maria Bethania. Viva a poesia em video clip! Em todas as mídias e interritorialidades.
Qual a relação entre a FENEARTE ,esplendor do universal artesanato, e a próxima BIENAL DO LIVRO em Pernambuco?
Por que a primeira dama Renata Campos não é solicitada para reinventar o maior evento de nossas literaturas: orais, escritas, audiovisuais, intersemióticas, sem fronteiras de gênero.
EIS O CONVITE NECESSARIAMENTE OUSADO EM CLAMOR DA INTERPOÉTICA.
Recife,março/abril 2011.

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