(Ao Mestre Waldemar Cordeiro,pelo seu Centenário)
Moxotó chora nos paradigmas
Dos teus cabelos brancos.
Boêmio das palavras
Contra as esporas de ferro
Da mediocridade urbana...
O Sertão uma vingança
Vista pelo abismo da fechadura...
Moxotó ainda chora
Nos salões vazios
a solidão de Sibonei...
Aguardo a vida
Como um hiato
Celebrando tua poesia
que vaza em turbulentas
vértebras na Avenida...
(Flávio Magalhães)
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