Prezadas e prezados professores. Hoje é o dia consagrado a
nós, professores. Como entendo ser todos os dias do ano dos professores, este,
talvez o único em que boa parte da categoria não trabalhe, convido-os a algumas reflexões.
São tantas as
situações desafiadoras pelas quais temos passado ao longo da história que opto
agora por evitar lamentos e falar do futuro com base no pensamento de um grande
educador brasileiro (Rubem Alves) trazendo do seu livro A ALEGRIA DE ENSINAR alguns recortes para o nosso deleite. Logo no
primeiro capítulo intitulado Ensinar a
alegria o eminente filósofo afirma que “Muito se tem falado do sofrimento
dos professores”. E ele mesmo responde afirmando: “Eu, que ando sempre na
direção oposta, e acredito que a verdade se encontra no avesso das coisas,
quero falar sobre o contrário: a alegria de ser professor, pois o sofrimento de
se ser um professor é semelhante ao sofrimento das dores de parto: a mãe o
aceita e logo dele se esquece, pela alegria de dar à luz um filho”.
Como exemplo do que
vivenciava o grande pensador também ando na “contramão” de muitos, pois, não
obstante compreender que existem razões de sobra para tanto, existem razões
também para o pensar positivo. E, por considerar que somos a matéria prima que
possibilita a construção de uma sociedade desenvolvida tanto do ponto de vista
intelectual quanto social (sendo a educação o vetor desse processo) dirijo-me a
você professora e a você professor do PNAIC e da rede municipal de Inajá-PE
para apresentar-lhes os meus sinceros PARABÉNS E AGRADECIMENTOS pelos momentos
árduos, mas felizes que juntos passamos nessa santa jornada formando as
consciências que assumirão num futuro bem próximo as diretrizes de diferentes
postos na vida social.
Retomando o
pensamento de Rubem Alves partilho com vocês o sentimento de que:
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