Flávio Magalhães




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Brasil de Fato
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CHARGE DO DIA | Por Vitor Teixeira

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em maio 12, 2016
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30 Anos fazendo Arte (1987 - 2017)

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Hipnotizaram a Realidade






Poesias

1-Blackout

O beijo da Medusa
Absorveu a fragrância
As estrelas paralisadas
Perderam-se no caminho
Do desejo...

2-A Esmo


Um dia saí em busca
De uma mulher perfeita
De um amor real
De um mundo melhor...
Nesta busca
Tornei-me poeta
Mergulhei num sonho...
Com o tempo senti que
Tudo isso é mais uma ilusão
No interior de cada pessoa...
Acordei,tarde demais
Tinha me tornado poeta.

3--Retrato Falado

(A Fernando Pessoa)

Múltiplas palavras
Jogadas no liquidificador
Dos espelhos...
Não sou mais eu...
Quem sou eu?
Um caleidoscópio
De eternas utopias...

4-Caminhos do Sol

Banquete de angústias
Sem verbos,sem sabor
Despertam analgésico
Estado da caatinga
Sonhos a galope
Aridamente germinam
Esperanças,sertão
Desse chão seco
Onde sobrevive a estética
Doce e amargo

5-- Sem Volta...

Olhos pedrados arrancaram
do fundo do peito
todas as teias
nevrálgicas da passagem.
O cansaço
O silencio
O frio
Parte mais difícil
Penso em desistir
Em transe
O fígado fatigado
Enche a mala ferida
Sentado no meio fio do semáforo
Comicamente é o fim
Pego uma carona
Penso em recuar
Não há saída
Não estarei de volta
Ponto final...











Zito Jr

Zito Jr

Zito Jr

Zito Jr

GArganTA MAGAlhães

José Flávio de Oliveira Magalhães Natural de Sertânia,foi aluno da Escola Olavo Bilac, formado em Letras (AESA-CESA),Pós-Graduado pela UPE, Mestre em Educação pela Gama Filho,é Professor de Artes e Inglês na ETE (Escola Técnica Estadual Arlindo Ferreira dos Santos) Fundador e Diretor da Cia. Teatral Primeiro Traço, fundador dos Jornais; Ângulo, Boca e Placenta e Grifo, membro do Jornal de Cabeça de Rato, três livros publicados: Anjo Urbano (1999);Contagem Regressiva (2012); Hipnotizaram a Realidade,(2018);um idealista em crise, professor com alma de aluno, aprendiz da vida, autodidata da simplicidade, com a alma tatuada de cicatrizes acreditando nos sonhos, mesmo depois de um café com Beatles e poemas...


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CARTA DE VAN GOGH A ANTONIN ARTAUD


Hoje peguei a navalha
Dei um corte na paixão
Sangrei lentamente meu destino.
Descobri que sou real, eterno
Mandei minha orelha para Eros
(Inventei a crueldade)
Deste Teatro, a vida
Onde os anjos tomam absinto
Agradeço tudo a Theo...
Quando leres esta carta
Não estarei pintando girassóis...
Não importa se não vendi
Nenhum quadro
Eles não valem tanto
quanto minha alma
que deixei naquele quarto
em Arles...
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